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Olimpíadas • Mulheres Internacionais Pioneiras

Parte 2/3

Mulheres que desafiaram a lógica da época e mudaram a história do Esporte e Jogos Olímpicos

■■■ Mulheres Internacionais ■■■

StamataRevithi

• Alice Milliat

• CharlotteCooper

• LarissaLatynina

• Fanny Durack

• Alice Coachman

• Nadia Comaneci

• Enriqueta Basilio

• Liselott Linsenhoff

• Nawal El Moutawakel

• Gabriela Andersen Schiess

Conheça um pouco da história de cada uma delas

●●● Stamata Revithi (1866 - 1896) ●●●

Nos Jogos Olímpicos da Grécia de 1896, como forma de protesto a proibição de mulheres, no dia seguinte da corrida dos homens, a grega Stamata Revithi correu 40 km do lado de fora na prova mais tradicional da Olimpíada.

Ela realizou a prova em um tempo menor que alguns homens, mas não foi reconhecida como participante (mesmo com testemunhas), foi vaiada e proibida de entrar no Estádio Panatenaico.

●●● Alice Milliat (1884 - 1957) ●●●

Em 1917, “mãe” do esporte feminino, a francesa Alice Joséphine Marie Milliat criou a Federação Esportiva Feminina Internacional (FEFI), a fim de permitir que as mulheres competissem no atletismo.

A partir da criação da FEFI foram organizados os primeiros Jogos Olímpicos Femininos em 1922. O sucesso foi tanto fizeram em 1926 e 1930.

Em 1932 foi organizado o primeiro Jogos Femininos Mundiais.

Por ter feito um enorme sucesso de público, os Jogos Femininos acabaram chamando a atenção do COI, que em 1936 começou a considerar as mulheres oficialmente como atletas olímpicas.

●●●Charlotte Cooper (1870 - 1966)●●●

A tenista inglesa Charlotte Reinagle Cooper foi a primeira mulher a levar uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Paris de 1900. Com um detalhe: tinha perdido a audição quatro anos antes. Foi eleita para o Hall da Fama do tênis,
Charlotte Cooper morreu em 1966 aos 96 anos de idade.

●●● Larissa Latynina (1934) ●●●

Larissa Semyonovn Latynina é a mulher mais premiada na história dos Jogos Olímpicos.

A ginasta da equipe nacional soviética nasceu na Ucrânia, iniciou a carreira como bailarina e optou pela modalidade artística na ginástica.

Foi ao pódio 18 vezes (sendo 9 de ouro) em três edições das Olimpíadas: Melbourne 1956, Roma 1960 e Tóquio 1964.

Sua marca só foi superada após 48 anos, nas Olímpiadas de Londres em 2012, quando o nadador Michael Phelps atingiu 22 medalhas olímpicas.

●●● Fanny Durack (1889 – 1956) ●●●

A australiana Sarah Frances "Fanny" Durack foi a primeira nadadora a ganhar o ouro olímpico em 1912 (Estocolmo).


Nesta mesma Olimpíadas, os Estados Unidos nem sequer enviaram nadadoras por conta dessa “vergonha”.


Na época em que ela competiu, não era permitido que homens (nem mesmo pais ou irmãos de atletas) assistissem às competições das nadadoras, já que os trajes de banho deixavam muito à mostra.


Fanny Durack e sua compatriota Mina Wylie, ambas de Sydney, foram as pioneiras do esporte feminino australiano.

Ela foi também o único ouro em esporte individual da Austrália naquelas Olimpíadas.
Ela era rebelde e independente.

●●● Alice Coachman (1923 – 2014)●●●

Em 1948, Alice Marie Coachman foi a primeira mulher negra da história a ganhar o ouro olímpico, em 1948.


Sua modalidade era o salto em altura que, durante a juventude, ela treinou descalça, usando cordas e bastões.


Desde criança ela corria e jogava beisebol com os meninos – deixando o pai preocupado por sua falta de feminilidade.


Ela quebrou paradigmas de gênero e de raça: quando voltou aos EUA depois do ouro, foi homenageada em uma cerimônia em que brancos e negros não puderam sentar lado a lado.

●●● Nadia Comaneci (1961)●●●

Eleita a maior atleta do século 20 pelo Comitê Olímpico Internacional, a romena Nadia Comaneci conquistou com apenas 14 anos a primeira nota 10 da história da ginástica, nas Olimpíadas de Montrel 1976.

No mesmo ano, ela repetiu o feito em outras seis oportunidades, o que lhe rendeu cinco medalhas olímpicas – 3 de ouro.

Quatro anos depois, em Moscou, Nadia conquistou outros dois ouros e duas pratas.

●●Enriqueta Basilio (1948 – 2019)●●

A velocista mexicana Enriqueta Basilio foi a primeira mulher a acender a pira Olímpica na cerimônia de abertura do evento, nos Jogos Olímpicos da Cidade do México 1968.

●● Liselott Linsenhoff (1927 – 1999)●●

A alemã Liselott Linsenhoff foi a primeira mulher a vencer uma prova contra os homens, na competição de adestramento no hipismo nas Olimpíadas de Munique 1972.

●●● Nawal El Moutawakel (1962) ●●●

A marroquina Nawal El Moutawakel foi a primeira mulher africana e muçulmana campeã olímpica da história, após vencer os 400m com barreiras do atletismo nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 1984.

Como forma de homenageá-la, o rei do Marrocos decretou que as meninas nascidas naquela data seriam batizadas com seu nome.

●●● Lis Hartel (1921 – 2009)●●●

Em 1944, a dinamarquesa Lis Hartel contraiu poliomielite e ficou paraplégica.

Conseguiu recuperar parte de seus movimentos, ficando paralisada somente abaixo dos joelhos.

Mesmo assim, se destacou em âmbito internacional por seu desempenho no Adestramento, uma modalidade de Hipismo.

Participou de campeonatos Escandinavos e de dois Jogos Olímpicos – um em 1952 e o outro em 1956.

Apesar das dificuldades, pasme: Lis conseguiu a prata nas duas participações – em que competiu diretamente contra homens.

●●● Debi Thomas (1967) ●●●

Ela foi a primeira patinadora artística a não usar saias para competir em uma Olimpíada, em 1988.

Além de controvérsia, sua ousadia causou também a criação de uma regra oficial, obrigando mulheres a usar saias nas competições e só foi cair em 2004, quando passou a ser possível às patinadoras escolher entre saias, calças ou macacões.

Até hoje, para os homens as vestimentas seguem bastante restritas: eles devem usar calças sempre.

Dizem que a regra é para evitar que o tecido fique muito justo na área pélvica – para que as competições sejam “apropriadas” o suficiente para a presença de famílias na plateia.

●●Gabriela Andersen-Schiess (1945)●●

A maratonista suíça ficou mundialmente conhecida nos Jogos Olímpicos de 1984, em Los Angeles, na PRIMEIRA maratona feminina na história dos jogos.

Antes de Los Angeles, as mulheres eram proibidas de competir em provas de longas distâncias, a maior era os 1500 metros rasos.

A imagem da chegada virou um símbolo de perseverança, amor ao esporte e espírito esportivo.

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