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Lendas Vale do Paraíba

@elasoutdoorsp uma lenda diferente sobre algum lugar incrível.

Vale do Paraíba

O nome deve-se ao fato de que a região é parte da bacia hidrográfica do Rio Paraiba do Sul, já que esse rio se estende por parte de SP e ao longo de quase todo o comprimento do RJ e parte do estado de MG.

31 de outubro também é dia do Saci Pererê

A lenda do Saci é uma das mais difundidas no Brasil.

O menino negro de uma perna só é um ícone do folclore brasileiro que ganhou fama pelo registro do escritor Monteiro Lobato (1882 – 1948), mas que tem a história contada há bem mais tempo.

Em 2003, o Projeto de Lei Federal n.º 2.762 institui a comemoração do Dia do Saci no dia 31 de outubro.

Isso porque a introdução da Festa do Halloween no Brasil recebeu muitas críticas, sobretudo da Igreja Católica que acusou a celebração de pagã e pouco educativa.

Diante disso, foi introduzido o Dia do Saci com o intuito de afastar a tradição da festa das bruxas e no lugar celebrar o folclore do Brasil.

Saci Pererê, de São Luiz do Paraitinga

Segundo diferentes autores, ele é um menino travesso, negro, que tem só uma das pernas, fuma cachimbo e usa sempre uma carapuça ou gorro vermelho.

Ele costuma correr atrás dos animais para afugentá-los, gosta de montar em cavalos e dar nó nas crinas.

O Saci Pererê pode também aparecer e desaparecer misteriosamente e é muito irrequieto, pois fica pulando de um lugar para outro.

Dizem que toda vez que ele apronta, dá risadas alegres e agudas e gosta de assoviar, principalmente em noites sem luar.

Corpo Seco, de Paraibuna

Um homem ruim de coração, que maltratava os pais, morreu e teve o corpo rejeitado pelo céu e pelo inferno.

Sem saber para onde ir, a história conta que ele teria saído do túmulo e ficava perambulando pelo cemitério assustando as pessoas.

O coveiro, então, acionou a família e o tirou de lá em um ritual: ele precisava ser carregado amarrado, nas costas e com um padre benzendo atrás para que ele não voltasse.

Segundo moradores, vez ou outra, alguém encontra com ele andando pela região.

Barqueiro do Paraíba de Jacareí

Há uma lenda antiga sobre um barqueiro que atuava às margens do Rio Paraíba na cidade.

A história conta que não havia ponte sobre o rio e a travessia só podia ser feita de barco.

Um homem enigmático que chegou à cidade começou a trabalhar levando passageiros.

Ele não mostrava o rosto, estava sempre de costas e só falava para a pessoa subir no barco.

Quem entrou na embarcação, nunca mais foi visto.

Defunto da rede de Natividade da Serra

No século 19 o costume era que se enterrassem as pessoas em sacos.

Quando elas morriam, os amigos seguiam em cortejo com o saco amarrado em um pedaço de madeira.

Um grupo carregava um defunto, quando houve uma forte chuva derrubou uma ponte e eles tiveram que desviar o caminho.

No meio do novo percurso, o defunto teria respondido que não era por ali o caminho, assustando a todos.

O corpo foi abandonado pelo cortejo e o local passou a ser assombrado.

Não há definição exata de que local seria esse.

O vento mal assombrado da rua das Palmeiras em Taubaté

Contam que faziam o funeral do delegado da cidade e o cortejo percorria a rua das Palmeiras, que antigamente tinha um corredor com as árvores que dão nome ao local.

De repente, houve um vento forte, levou chapéus, bateu porta de lojas e o caixão acabou caindo, mesmo sendo muito pesado.

Quando pessoas que estavam no velório foram levantar o caixão, perceberam que ele havia ficado leve.

Desde então, ficou conhecida a história de quando o vento soprava na rua, era um sinal mal-assombrado.

Lobisomem, de Redenção da Serra

Na cidade, contam a história do aparecimento de um lobisomem.

A lenda diz que dois amigos tinham ido pescar e aquela seria uma noite de lua cheia.

Quando foi caindo a noite, a lua começou a despontar no céu e um dos homens fugiu do local com medo.

Sozinho, o companheiro desistiu da pescaria e decidiu voltar para a casa.

Quando caminhava pela estrada, avistou um lobisomem.

A partir daí, o relato se espalhou.
A história tem várias versões.

Fora do Vale do Paraíba, Joanópolis, na região bragantina, tem o lobisomem como símbolo da cidade. Ele já virou caso de polícia e até hoje desperta relatos de gente que jura de pés juntos que a criatura existe.

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