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Parque Nacional do Itatiaia (Parte Alta) 2ª visita
Em busca da altitude
Mais um feriadinho prolongado e claro, isso aguça a minha vontade por pegar a estrada e ir pro mato, ou mais precisamente pra montanha. E dessa vez não foi diferente, partiu PNI.
A previsão era de pura chuva os tres dias seguidos, mas não poderia desperdiçar, o ultimo feriadão do ano fora o natal. Ainda mais porque depois de meses tentando uma vaga pro campingo do Parque e sempre sem vagas, me responderam meu email nas vesperas, avisando que minha reserva estava confirmada no camping.
E la fui eu, numa viagem solo (de novo assim como para Aiuruoca em Setembro). E as expecativas de chuva ainda bem se frustraram, pois peguei um ceu de brigadeiro de são paulo até o portão do Parque. Chegando la, eis que sou surpreendido ao ser avisado que nao poderia chegar de moto até o camping, que fica do lado do Abrigo Rebouças que fica a 3,5 km da portaria e 1ue assim como todos os visitantes, deveria deixar o veiculo estacionado na portaria e seguir a pé até o camping, tudo por conta do periodo de reprodução do sapo flamenguinho que vai de setembro a março. Para que evitem ser esmagados na estrada, todos tem que segui a pé. E ai com toda a bagagem pesada e volumosa preparada para acampamento, o que fazer? carregar tudo aquilo nas costas não daria. Foi aí que resolvi perguntar se pelo menos nao teria uma vaga no Abrigo, onde eu nao precisaria levar a barraca e mais acessorios e eis que a boa noticia se fez, havia uma vaga segundo eles. entao deixei barraca, isolante e colchonete presos a moto e fui caminhar até o abrigo que possui cerca de 24 camas e pasmem, só havia duas pessoas la, para a minha surpresa que sempre obtenho resposta negativa de vagas quando procuro no site.
E ai chegando no destino, bem na hora certa, eis que começa a chuva. foi a conta certa de não pegar ela no caminho. choveu a noite inteira de sabado pra domingo. E de manha ainda nao parava e arrisquei ir passear assim mesmo, coloquei parte da capa de chuva e o destinbo escolhido foi a base do Pico das Prateleiras, que a tempo queria conhecer. E la fui em um passeio solo, onde nao encontrei uma alma viva na trilha durante as 5 horas que durou. e sempre com uma chuvinha fraca.
Mais chuva na noite inteira de domingo pra segunda e saí de la voltando a pé mais 3,5km ate a portaria chegando bem molhado no final. Por fim tudo bem tranquilo, bagagem amarrada na moto e toca mais 7 horas de viagem até a capital babilonica paulista.
Em casa, com o corpo moido, molhado e de alma lavada rs.
