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Travessia Tabuleiro x Serra dos Alves (8 pernoites)

Travessia Tabuleiro x Serra dos Alves (8 pernoites)

Tabuleiro x Lapinha (face norte) + Alto Palácio x Serra dos Alves (Pico do Refúgio e Braúnas) - 170 KM , trecho da TransEspinhaço

Mountaineering Trekking Camping

"Uma travessia maravilhosa, com aproximadamente 160km de extensão. Iniciamos no alto da cachoeira do Tabuleiro e terminamos na cidade Serra dos Alves. Uma boa parte da travessia por locais quase isolados da civilização, com uma rica e maravilhosa flora e com uma formação geológica incrível." - Hideki

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O TIME: De São Paulo para Cordilheira do Espinhaço: Alexandre Hideki, Gerson, Gabriela, Letícia Dutra, Agatha Matarazzo**, Rodrigo***, Cinthia**

Instagram da galera:

@gabipassoninutricionista
@gerson_dominciano
@drilify
@le_dutra13
@bioagatha
@cinthiakraftcuppi
@rodrigoyoh

LOGÍSTICA: dia 20 saída as 20h45 de São Paulo, dia 21 chegada às 6h30 com resgate marcado para Tabuleiro, chegando às 10h. Dia 29 último dia da travessia saída por Serra dos Alves, camping Jafe. Dia 30 o resgate nos leva pata BH às 7h da manhã e embarque às 11h pra São Paulo.

REFEIÇÕES: ficou organizado por Alexandre e Gaby, nossa janta e café da manhã coletivo, cada um carregou o mesmo tanto e peso e havia a logística de redistribuição ao longo do curso.

NAVEGAÇÃO: foi plotado o mapa com junção de trilhas por Alexandre e Gerson, assim como a liderança na navegação.

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DIA UM - CACHOEIRA DO TABULEIRO X DONA MARIA CAMPING

"As palavras são propósitos.

As palavras são mapas."

- Adrienne Rich

Amanhecemos em BH, pegamos o resgate e partimos até então para parte alta da cachoeira do Tabuleiro, mas por falta de sorte e desconhecimento nosso, o resgate nos deixou uns poucos kms onde deveria mesmo, e tivemos que andar a mais até onde deveria iniciar a trilha, passamos pela portaria de fizemos o check in no PNMT (Parque Natural Municipal do Tabuleiro).

Parece que estava tudo bem, chapéu, protetor solar e água, o sol estava forte demais mas continuamos até o momento que o Rodrigo sumiu da nossa visão, então os meninos foram de encontro a ele, e nós as meninas descemos até o primeiro trecho de água que encontramos, o rio que desce até a cabeça da cachoeira do Tabuleiro, foi lá que paramos para nos refrescar, comer e esperar pelos meninos, aliás já era umas 11h30 por ai.

Rodrigo havia esquecido seu celular na portaria e tinha voltado, mas já estava conosco, porém estava com príncipio de insolação, então sua caminhada foi um pouco mais lenta, atravessamos o rio e seguimos por uma trilha. Foi ali que surgiram incertezas e por consequência erros; não batia a trilha plotada então voltados o trecho da trilha para margem direita do rio, andamos e nada, então voltamos para o outro lado do rio, até dar no mirante da parte Alta da cachoeira.

Com o Rodrigo sem muita água e com corpo quente demais, a caminhada era agora para poder ajudá-lo, dali em diante ele pensou em desistir. Nem todos foram até o mirante, dali era preciso entrar na rota e ir até o camping mais próximo para ajudar o Rodrigo, nosso grupo estava se conhecendo e ainda não sabiamos como lidar ali com aquela situação, foi quando decidimos entrar na rota clássica da travessia até bater no camping, porém antes disso tentamos descer até a portaria do parque, essa era a primeira opção, o fato é que o terreno e o calor foi nosso obstaculo maior, cansamos demais com essas tentativas e a mochila pesando de 20kg pra mais , afinal era o primeiro dia de 8; final do dia voltamos para rota onde daria acesso ao camping Dona Maria e lá seguimos, chegando de noite, cansados e abalados pelo nosso primeiro dia de surra do sol, corpo desidratado, foi hora de usar os repositores nas águas.

Chegamos no camping já de noite, eu e Letícia fomos preparar junto com Gaby nossa primeira janta, usamos o pacote da mochila do Rodrigo e assim reorganizamos a logística, ele havia decidido que iria abortar a missão e na manhã seguinte iríamos até a portaria do parque para ele seguir até Conceição do Mato Dentro.

Para minha sorte e também de alguns pagamos pelo camping e também um banho quente, eu precisava estava destruída. Conversamos um pouco e também usamos o fogão a lenha do seu Zé Olinta, o nome dele está como ponto de apoio nas coordenadas.

Após janta arrumamos tudo e captamos nas barracas.

DIA DOIS - O DIA DAS DUAS BAIXAS

Levantar com o sol já rachando não foi tão legal, mas tomamos o café, reabastecemos as águas e perto das 9h deixamos o camping.

Para nossa surpresa, a Agatha acordou com 5 bolhas no pé, havia esquecido de trocar a meia no início da trilha ontem e por consequência sentiu as dores da bolha, tratou de início, mas ao descer a trilha para ter acesso a portaria nos contou que abortaria a missão pelo menos agora e voltaria dia 26 para Alto Palácio como havíamos planejado começar, caso tudo desse certo.. Chegamos no ponto de bifurcação e perto já da vista famosa da Cachoeira do Tabuleiro. Agatha me passou a parte da barraca, rádio e spot, seu pacote de janta permaneceu com ela, pois só seria usado no dia 28 conforme o planejado. Ela seguiu por uma trilha até a portaria com o Rodrigo e nós continuamos a descer a outra, até encontrar um cavaleiro local, é o home e seu cavalo mineiro, ele nos informou que o acesso a Cachoeira Congonhas era possível entrar pela portaria do parque ou uma trilha também, os meninos tentaram checar para ver se já estávamos dentro da trilha planejada.

Até então já tinha se passado 1 Um dia e Meio, era isso estávamos com esse tempo de atraso) o sol extremamente quente. No final das contas seguimos a trilha de estrada até dar na placa que dizia a kilometragem da Cachoeira. Para nossa surpresa depois de alguns minutos ali sentados para descanso, passa um carro do parque e quem estava lá dentro!? Agatha e sua cargueira vermelha e o Rodrigo que eu quase não vi, estava do outro lado, eles estavam seguindo a 3km para o vilarejo de Conceição do Mato Dentro e nós tínhamos que continuar seguindo pela estrada, após a parada de água e repositor hidroeletrolitico.

Andar a todo custo era nossa missão, porém estávamos já ficando sem água, cabeça quente demais mesmo com chapéu, pele pegando fogo. Quando chegamos na bifurcação de estradas que indicada a Cachoeira e ao poço de água, seguimos até lá de ataque, deixando nossas cargueiras a poucos metros de distância, ao chegar nesse poço imagina como estávamos felizes por ver água, as rochas estavam queimando nossos pé descalço para chegar até esse pequeno poço. Ainda sim a Cachoeira estava muito distante.

Resolvemos voltar para as cargueiras e como estávamos atrasados não bater a Cachoeira Congonhas, pois era um desvio e depois teríamos q voltar pro trajeto original, sem tempo seguimos pela estrada, encontramos um pé de manga que encheu nossos olhos, eu mesmo peguei umas 4, a parada foi boa para colher elas, mas o sol ainda continua torrando nossas cabeças e nós deixando lentos demais para não perceber o sentido da rota, pois é subimos uma ladeira desgraçada a toa, lá de cima percebemos o erro pelo GPS e tivemos de voltar.

Os meninos levaram um purificador de água, foi a nossa salvação quando vimos um poço de água a beira da estrada, isso já a um tempo andando.

Foi o dia mais quente que tivemos, um sol para cada cabeça, tivemos que fazer uma pausa no meio do dia, com sombra improvisada para descansar e esperar o sol dar uma trégua. Andamos esse dia até anoitecer, pegamos vento forte e vários relâmpagos pela trilha de estrada, até pararmos no local onde acampamos, próximo ao uma passagem de água onde também pudemos nis refrescar do dia quente.

DIA TRÊS - O CAFÉ DA MANHÃ COM Ralph, o dia da Neblina, sem água e janta salgada.

Amanhecer com medo do que estava por vir, foi o dia com chuva, chuviscando em nossas portas, recebemos a visita do Ralph e Moabe, seu cachorro. Ele veio conversar com a gente, já que ficamos bem próximos de sua casa. Nós contou um pouco sobre a região, e nos recebeu em sua casa para o café, aliás nos convidou haha.

Ralph, a esquerda, além de nos receber, nos deu várias dicas e nos levou até a estradinha de volta para trilha e disse "Boa pernada, moçada!".

Era hora de partir, por volta das 9h30 estávamos caminhando em direção a parte alta da Cachoeira Rabo de Cavalo, o tempo estava nublado, com chuvisco porém aberto, a chuva começa aumentar mas foi muito bom depois de dois dias de sol intenso.

E no meio do caminho tinha uma casa, muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada....

Começamos a descer até encontrar uma pequena abertura para uma cachoeira linda vista de cima, era a Cachoeira do Altar, descemos até uma casa abandonada, deixamos a cargueira lá e fomos de ataque até a cachoeira que mesmo garoando do nos deu singelo presente ao curtir aquele momento.

Onde deixamos as cargueiras....

Gerson tirou a foto...

Voltamos a caminhar e passamos por esse lugar maravilhoso também, o rio que alimenta a cachoeira do altar.

Nesse dia tínhamos como meta passar pelo mirante Peixe Tolo e seguir até a Cachoeira do Bicame, mas estávamos ciente do nosso atraso de 1 dia e meio.

Mirante, Cachoeira Rabo de Cavalo, só da pra ver um véu de água bem fininho hahha....

Continuamos nossa jornada até parar num ponto e fazer de ataque o Mirante do Peixe Tolo, com vista pra cachoeira Bocaina.

Ficariamos a tarde toda ali, mas tínhamos poucas horas antes de chegar a noite e já sabíamos que iamlos continuar caminhando de noite haha...

Esse dia foi o dia em que pegamos uma forte neblina, estava de noite e não tínhamos mais visão nenhuma, para piorar o GPS dos celulares ficaram desconfigurado então navegamos pelo GPS Garmin e íamos conferindo o azimute até chegar num ponto onde deveríamos acampar, segundo claro o planejamento de rota feito antes.

Chegamos já debaixo de chuva, montamos o camping e fizemos a janta, nesse dia não tinha água por perto, não teve banho em rio e ainda erramos um pouco no tempero do cuzcuz marroquino, resultado sede até morrer hahha.

DIA QUATRO - CACHOEIRA DO BICAME, CEIA DE NATAL

Amanhaceu e reabastecemos de água uns 2km de onde ficamos acampados. Acho que dessa vez entraríamos de vez no track que foi montado. Contando hoje, foi o dia mais lindo, por que 360 graus era visual de Montanhas.

tivemos que transpassar por uma "parede" de pedras e navegar até ondd tínhamos o visual da rota Norte.

Eu nunca tinha visto algo como vi na imagem abaixo, era gigante essa falha, depois de passarmos por ela ainda era visível do outro lado.

Pela nossa caminhada que já estava exausta, começamos a se aproximar do curso d'água e das cachoeiras, paramos para ver e apreciar.

A paisagem era demais, eu tive que registrar! Estávamos por cima da cachoeira do Bicame.

Nós demoramos um pouco para achar o caminho de descida entre uma canaleta mortal e a trilha quase que oculta a nossa esquerda. Agora era hora de apreciar, se banhar e jantar.

DIA CINCO - LAPINHA

Ficamos acampados bem acima da cachoeira em um lugar discreto por diversos motivos.

Depois do café tinha subida, e logo estávamos no mirante da cachoeira e na trilha tradicional para Lapinha.

Estava uma manhã linda, hoje olhando aa fotografias dessa imponente cachoeira creio que tivemos um dia lindo, não porque teria sido o Natal, mas porque pegamos a cachoeira no seu visual mais perfeito, ela não estava com volume intenso de água. Na trilha tradicional tem diversos avisos como este.

Agora nossa caminhada era toda parte descida e visual cercado de pedras pelo Espinhaço.

Chegamos numa casinha recebida por um cachorro simpático, era a Sede Administrativa de Reservas Particulares que estava fechado. Foi um ponto de descanso e para secar nossas roupas lavadas que estavam do lado de fora da mochila.

Mais uma vez eu fui surpreendida pelo cenário do Espinhaço, passamos por dois lugares que fiz questão de registrar de tão histórico, diferente e lindo.

Logo estávamos na Lapinha da Serra, paramos para almoçar debaixo de uma árvore da igrejinha, não tinha nada aberto, exceto um restaurante onde conseguimos uma Internet para se comunicar com a Agatha e ver se estávamos dentro do prazo para chegar e encontrar ela na portaria Alto Palácio no dia seguinte.

Voltamos a caminhar e passar pela cachoeira na sua parte de cima, não podíamos parar porque nossa meta era chegar mais perto do destino de camping do nosso track.

Essa trilha que fizemos saindo de Lapinha é bem frequentada por turista que visitam lá até uma parte, encontramos com vários deles voltando de um bate e volta dessa cachu, e também infelizmente muita sujeira e latinha de cerveja pelo caminho.

Chegamos a uma parte alta, me lembrava até oa canyons do sul de tão plano e largo que era o caminho, começou anoitecer e assim que saímos de uma propriedade, acampamos. Perto de um trecho de água para comida e banho, esse foi o primeiro dia que nos banhamos de noite e também que deu pra ver o sol se pôr.

DIA SEIS - PORTARIA DO PARQUE

"Sou um caminhante lento,

mas nunca caminho para trás."

- Abraham Lincoln

Me apego as vezes as frases que são muito próxima da minha realidade. E nesse dia eu estava muito mal ao caminhar, bolha e bota furada.

Estava muito quente, e pagamos muito estradao, eu não parei para tirar foto, porque realmente sofri nesse dia, caminho inteiro de pedregulhos brancos e o sol fritando e a bota esmagando a bolha, eu já tinha tentado fazer uma drenagem nela no dia anterior mas não funcionou.

Quando o Ale olhou para trás e viu que eu tava muito distante, ele falou pra mim parar, eu sentei no chão para tirar a bota, e a bolha estava gigante e com pús, eu me assustei, saiu até sangue =/.

Ele e Gaby me ajudaram com um novo curativo e me emprestaram um par de palmilhas para reforçar o tampão da bota, além da Silvertape. Nesse dia eu vi a importância de ter o kit completo de Primeiros Socorros, até um absorvente ali ajudaria o conforto de pisar, porque eu já estava mancando.

Não bastasse isso, nós tínhamos que ter chegado na portaria do parque e já ter avançado a trilha, as meninas Cinthia e Agatha já tinham dado entrada as 9h.

Enfim chegamos na estrada para portaria do parque as 17h. Foi um dia de salvação, porque o guarda parque já estava pra ir embora, e deixou a gente tomar banho quente, o primeiro de tods travessia, além dr cozinhar dentro do alojamento deles. Tinha uma horta no quintal se assim posso dizer. E até consegui algumas coisas para minha bolha.

Nosso jantar foi maravilhoso e descansamos nas barracas ao lado de fora do alojamento.

DIA SETE - O REENCONTRO

"Eu sei que a água é mais grossa que o sangue
Isso é mais profundo que o amor com meus amigos
As pessoas vêm e algumas pessoas vão
E algumas pessoas andam até o fim."

- Family (feat. Kygo) The Chainsmokers

Já estsva com pessoas que eu podia chamar de família, o único que eu conhecia de fato ali era o japa, as meninas e o Gerson não hhaha... Como a Agatha desistiu eu passei meus dias com eles, e o tanto que me ajudaram a continuar foi impressionante, aquela bolha tava demais hahah!

Saímos as 9h da portaria para seguir a trilha até a Casa de Tábuas, onde encontraríamos com as meninas. O Gerson e Letícia já haviam feito a travessia Alto Palácio x Serra dos Alves, foi uma caminhada tranquila, dali em diante tinha sinalização do parque. Chegamos ao famoso Travessão, além de aproveitar a vista, eu peguei o caderninho que estsva usando pra anotar algumas coisas e desenhei com o lápis aquele monumento tão famoso da Travessia.

Não estávamos só na trilha, um grupo também de São Paulo nos cruzou quando estávamos almoçando ao lado de uma mini cachoeira.

Continuamos a caminhar, e foi só então no pôr do sol que chegamos a Casa de Tábuas e as meninas estavam lá. Nesse dia não armei barraca, dormimos dentro da casa aconchegante nas beliches de madeira, jantamos e conversamos muito, nosso banho foi de noite também, já estava acostumada haha.

DIA OITO - CURRAIS

Estava programado para esse dia, chegar nos Currais e ir de ataque até a Cachoeira do Braúnas.

Além de toda a beleza da queda e do poço enorme, a trilha é simplesmente PERFEITA! O percurso conta com toda a beleza dos Campos Rupestres, uma belíssima vegetação campestre com afloramentos rochosos.

A trilha para a Cachoeira Braúnas não faz parte da travessia, mas existe uma trilha que se inicia no Abrigo Casa dos Currais, na qual é possível realizar um ataque a cachoeira. A trilha tem 14 km ida e volta, e é bem tranquila, praticamente plana durante todo o percurso.

As fotos estão na aba de fotos; nosso dia foi maravilhoso e proveitoso, jantamos na casa Currais e dormimos por lá mesmo.

DIA NOVE - PICO DO REFUGIO

Era nosso último dia de travessia, continuamos o percurso normal pela manhã, ao chegar no mirante dos Cânions, deixamos as cargueiras ali na entrada do mirante com a Agatha e subimos de ataque o Pico do Refúgio, pouco visitado e que também não fazem parte da travessia original.

"Ponto mais alto da Serra dos Alves, com passagem pelo canion Boca da Serra. Vista para as bandeirinhas, Serra das Posses, Serra do Lobo, Itacolomi, mirante dos Alves, Serra dos Linhares, Serra da Lapa, Serra do Caraça, morro redondo, e todo vale de Itabira."

Ao voltarmos, visitamos Cânion Boca da Serra e depois seguimos para portaria, fizemos uma pausa em algumas das cachoeiras que fazem parte do percurso da travessia, antes de finalizarmos a travessia na Comunidade Serra dos Alves, onde ficamos acampados no Javé - Pouso e Prosa.

Passamos uma noite com os demais hospédes -camping ,no dia seguinte pegamos o nosso resgate as 7h da manhã para voltar para Rodoviária de BH, logo para São Paulo.

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Foi uma travessia incrível e que mudou minha vida!

Agradeco em especial Alexandre por ter me convidado pra essa grande aventura e a todos os envolvidos, porque de verdade eu AMEI.

Dri @Drilify
Dri @Drilify

Published on 06/30/2020 15:43

Performed from 12/21/2019 to 12/29/2019

4 Participants

Alexandre Hideki Agatha Matarazzo Cinthia Kraft Cuppi Gerson

Views

1283

7
Bruno Negreiros
Bruno Negreiros 06/30/2020 16:18

Adorei o relato, Dri. Curti uns lances da estrutura também, tipo colocar o instagram da galera. Posso copiar? hhahahahahaa

Dri @Drilify
Dri @Drilify 06/30/2020 16:21

Clarooooooooooo

Blog Outdoor
Blog Outdoor 06/30/2020 23:03

Linda Travessia, parabéns pessoal!

Renan Cavichi
Renan Cavichi 07/01/2020 13:37

Que vibe boa! Demais o registro Dri!

Clube Outdoor
Clube Outdoor 07/01/2020 22:53

Grande aventura!

Navaes
Navaes 07/02/2020 09:51

Parabéns galera! Grande Alexander Hideki.

Alexandre Hideki
Alexandre Hideki 07/05/2020 10:08

Que saudades desse rolê!!! Cada um de vcs tiveram um papel importantíssimo para esse rolê dar certo!!! Talvez sozinho não iria conseguir... Com erros e acertos... Com sofrimentos e risadas... Com saúde a todo gás e largados em uma sombra quase morrendo... Com água e sem água... Mas o grupo sempre esteve unido e forte!!! Sempre com sorriso e esperança!!! E sempre com muita comida!!! Fomos pesados não foi atoa... kkkkkkkkkkkkkkkk... Foi o meu melhor Natal!!! Foi uma das melhores aventuras!!! Foi a melhor companhia em um Natal no mato!!! Sensacional!!! Vamos para próxima aventura!!! Obrigado pelo relato!!! E por lembrar desses dias tão maravilhosos!!! E que com certeza estarão no meu livro de memórias!!! Em um canto muito especial!!! Amo vcs família Crazy!!!