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Travessia Rio Branquinho (parelheiros X itanhaem)

Travessia Rio Branquinho (parelheiros X itanhaem)

Relato de uma das melhores travessia na serra do mar de São paulo

Era uma quinta feira de céu aberto, saia eu as 20 hrs de casa no bairro da zona sul de São Paulo, rumo ao terminal de ônibus de parelheiros para encontram mais 8 pessoas (rosely, Adilson, Beto, Paula que vieram da baixada, Roberto, roms, boy e neto), para dar início a essa maravilhosa travessia, eu havia feio pela primeira vez 3 meses antes em um grupo menor.

Pegamos o ônibus sentido ao bairro Barragem região de parelheiros, descemos do ônibus e finalmente colocamos o pé na estrada, já era aproximadamente 1 da manhã ao chegarmos na estação abandonada Evangelista de Souza nos deparamos com a ausência do Roberto,

a uns 20 metros antes, demos uma parada pra beliscar algo, eu havia voltado até o ponto onde tínhamos parado pra ver se achava o Roberto, e nada do indivíduo.depois dr quase 40 minutos esperando, o grupo resolveu dar continuidade, até pq eu deduzi q ele devesse ter desviado o caminho, pois ele tb conhecia aquela região. Andávamos pelos trilhos com as cargueiras pesadas, e os trem de carga subindo e descendo, as 4 hrs da madruga chegavamos ao ponto de camping para um descanso justo, no famoso túnel 24. As 9 hrs saímos da área de camping, finalmente saímos dos trilhos para entrar na mata fechada, no começo é moleza trilha aberta, mas ao final da descida começava a mata mais fechada, pois ali,por mais q passasse pessoas todos os finais de semana, nunca tinha trilha certa, demarcada, e era o q dava mais emoção na travessia, as havíamos pegado im pequeno percurso errado, pois o Roberto q havia feito a alguns anos atras, jurava q era aquele caminho mas bati o pé dizendo ser outro, então paramos para um pequeno almoço,

Com o Beto já morrendo de ter caminhado apenas 25 km +ou-, então almoçamos e botamos novamente o pé na mata, atravessa rio pra lá e pra cá, as 17 hrs chegávamos na segunda área de camping a famosa confluência dos rios(Rio branquinho e Rio Itanhaém), eu já exausto confesso, por ter q parar por muitas vezes por causa de uns integrantes q andava 20 min e estava morrendo, não via a hr de tomar aquele belo banho e esticar as pernas. No sábado pela manhã, acordamos com a presença de um sol maravilhoso e aproveitamos a manhã toda, e no começo da tarde após o almoço demos continuidade, sentido a casa do índio Henrique e disse q tínhamos a opção de passar a noite na casa do índio, ou andarmos por mais uma hr e acampar os na casa do Seu domingos(havia cerveja), todos optaram pelo Seu Domingos, não sei pq rsrs. Depois q tínhamos passado pelo índio Henrique, pela aldeia , cerca de 20 min depois, o tempo começou a se fechar, certo moradores que estava no grupo dizia q não ia chover, pois conhecia a cidade q morava, mas o blefe foi grande, começou cair o mundo de água e não via a hr de chegar na casa do Seu Domingos, e qndo chegamos pra alegria de todos, havia faltado energia e só tinha uma caixa de cerveja, mas ali mesmo ficamos, nos acomodamos, tomamos banho. E cada um roncava de um lado. No último dia domingo 8 hrs aguardávamos a Van para o resgate, com o pensamento (será q o cara irá vir mesmo), com com o temporal da noite passada muitas coisas poderia ter acontecido naquele percurso, como uma árvore q caiuogo após termos passado pelo caminho na noite de sábado.para, alegria de todos, não iriamos precisar andar por mais 12 km.

E assim terminamos mais uma travessia a maravilhosa Rio branquinho.

Dricko Santos
Dricko Santos

Published on 04/13/2019 02:16

Performed from 11/01/2018 to 11/04/2018

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