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CRER 2018 - Etapa 03

CRER 2018 - Etapa 03

Sábado: Santa Rita de Ouro preto a Congonhas Domingo: Congonhas a São Braz do Suassuí

Faaaala Gente Linda !!! Dia 21 de abril, no dia de Tiradentes, entramos na van do Renato as 3 da manhã e rachamos para Santa Rita de Ouro Preto. Lá, no mesmo lugar onde jantamos na etapa passada tomamos um café bacana no restaurante do José Geraldo que custou 12 reais para cada um.

Barriga cheia, mochila de hidratação cheia, tudo certo, certo ? Errado... 50 metros de pedal e minha gancheira estava empenada. Culpa minha. Sempre que guardar a bike ou for transportá-la, é necessário posicionar o cambio traseiro na posição retraída, ou para facilitar, na marcha pesada (a menor catraca). Ele esticado pode pegar em algum lugar e empenar a gancheira como aconteceu comigo.

Gancheira desempenada e partimos pelo asfalto rumo a Itatiaia. São 9KM até lá. No meio do caminho há uma entrada para Ouro Branco, mas é necessário segurar a ansiedade e respirar fundo para seguir a Itatiaia antes. Dessa entrada é um bate-volta morro acima na ida e descendo na volta. Itatiaia é uma daquelas cidades bem pequenas, com pousadinhas e lojinhas de artesanato. Assim como Lavras Novas ela fica no alto de uma serra e tem um visual massa. Dia dos namorados chegando.... super recomendo. Em Itatiaia o carimbo do CRER fica na biblioteca da cidade. Fácil de achar. Um cuidado em Itatiaia: Nesse trecho a Estrada Real está se dividindo entre os caminhos novo (Sentido Rio) e velho (Sentido Parati). Por causa disso a população local vai lhe apontar vários caminhos como sendo os da Estrada Real. A opção correta do Crer é voltar por onde chegou. Tomar cuidado com a descida de terra até chegar no asfalto e de lá voltar até a entrada para Ouro Branco.

A entradinha para Ouro Branco é bem sinalizada, mas para quem vem de Itatiaia a entrada fica no meio de uma descida bem gostosa. Se “viajar” e passar da entrada vai ter que subir tudo !! O caminho para Ouro Branco é um estradão com bastante poeira, sem postos de abastecimento. Dá um alívio ver a Serra de Ouro Branco ao lado e não ter que escalá-la!! No fim da estrada há de se tomar cuidado com a descida longa pois há caminhões no caminho. Depois da terra você vai chegar no asfalto para Ouro Branco. Pegue a esquerda e complete os 2 últimos quilômetros dos 20 que ligam Itatiaia a Ouro Branco.

Em Ouro Branco o carimbo fica no Centro de Apoio ao Turista que está localizada atrás da igreja matriz. Na praça da igreja há vários restaurantes, lanchonetes e padarias para um lanche e repor água.

De Ouro Branco, siga os marcos até pegar a estrada real para Conselheiro Lafaiete. Esse trecho é bem leve, com destaque para a vista da monstruosa usina da Gerdau (Planta de 10KM quadrados) e para a indispensável parada na Casa de Tiradentes para uma foto! (Onde ocorriam as reuniões da Inconfidência Mineira).

Até Lafaiete são 28KM. Na chegada eu errei o endereço do restaurante... demos uma volta danada ! Mas para você não errar é o seguinte, na chegada é só não sair da rua principal que chegar e seguir na direção da prefeitura. Quase em frente você avistará o restaurante Sobrado e Cia. Imagina pedalar o dia inteiro, se perder, chegar “varado” de fome e entrar em um restaurante daqueles que não param de servir comida e a cerveja é estupidamente gelada !!! Devidamente combinado e com o apoio da Geralda do SACRUM, o carimbo estáva no restaurante nos esperando! O preço foi rateado para 11 pessoas já que alguns seguiram de Ouro Branco direto para Congonhas. Deu por volta de 30 reais “porcada”.

Depois de comer atéeeeeeeee cansar, já estava para anoitecer e ainda estávamos em Lafaiete. Pegamos a estrada no mesmo sentido que viemos, mas quando chega na estrada de terra pega-se a estrada para a direira no sentido da Pequena (mas pequena mesmo!) e pacata cidade de Lobo Leite. Até lá são os 27KM mais leves do dia, praticamente sem altimetria, estradinha de chão batida e boa (onde o Otto comprou lote)! Quase chegando em Lobo Leite (É possível saber isso pelas quilometragens descritas nos marcos) tem que tomar cuidado com os caminhões de Minério. Bastante atenção para atravessar a estrada. Em Lobo Leite não há carimbo. Em compensação há uma serra. Uma serra de uns 3KM bem chatinha. Depois dela é só alegria até Congonhas.

Lobo leite a Congonhas são 10KM só. Em Congonhas ficamos no hotel Colina e pagamos 60 reais a estadia. É um hotel bem simples e o café da manhã deixou a desejar. Mas é bem localizado e fica na subida para a igreja onde ficam os famosos profetas.

Pela manhã, passamos no Santuário de Bom Jesus do Matozinhos (Onde ficam os profetas), carimbamos no centro de apoio ao turista que fica do lado da igreja Matriz e ali ficamos quase uma hora para fazer um milhão de fotos e contemplar a riqueza do lugar. Congonhas é lindo e o Santuário formado pela matriz com os profetas e as 06 capelas no jardim dos passos é merecidamente um dos patrimônios da humanidade.

Seguindo sempre acima, deixamos Congonhas para trás e partimos no sentido de São Braz do Suassuí. Logo no começo, passamos pela cidadezinha de Alto Maranhão (Maranhão é o rio que corta Congonhas). Lá existem ruínas de prédios da época colonial com destaque para o prédio da cadeia, minúsculo... bons tempos. Depois de Maranhão já se pega a estrada de terra e aí.... e aí... e aíiiiii.... Um downhill lindo !!! No meio da mata, dificuldade média /baixa com apenas alguns trechos de erosão mais forte.... Dá vontade de subir e descer aquilo mil vezes!!! É tão bom, mas tão bom, que a Simone comprou seu lotezinho e a Nayara também. A Nayara comprou um lotezinho no barro... vejam nas fotos como a Doutoura ficou ótima para a legria do noivo Pedro que teve que lavar a bike depois !! No fim da descida você chega no asfalto que vai para São João Del Rey, mas para alegria geral da nação o caminho é pela estrada de terra que contorna uma serra pequena até chegar por cima a São Braz do Suassuí 24KM depois de sair de Congonhas.

Em São Braz o carimbo fica na casa paroquial ao lado da igreja que fica na via principal (2ª igreja – tem uma estátua pequena do Papa na frente). Mas antes de chegar lá, logo na entrada da cidade, é simplesmente imperdível provar a melhor empada do mundo, segundo anunciado pela lanchonete e quase certeza da minha parte! Depois da empada e do carimbo voltamos uns quinhentos metros até chegar no Hotel Muralha, onde tomamos um banho pelo preço de 5 reais. Enquanto uns tomavam banho, outros finalizavam o carregamento das bikes na carretinha da van e de lá iam parando no boteco em frente, onde conhecemos a figurassa chamada “Neguim”. Tem fotos do moço aí ! Comemos em São Braz mesmo na Pizzaria e Lanchonete (que serve churrasco no fogão a lenha) Guelles, pagando por quilo.

Antes de ir embora, essa galera massa retirou de algum buraco negro da van do Renato um bolo, velas, arcos, chapéu e tudo mais e cantaram um parabéns para a Paty, Eu, Nayara, Pedro Bispo, Stephan e o Carlos Comini que estávamos comemorando primaveras em dias próximos ! Foi emocionante e a Simone e o Guilherme tiveram a manha!!

BO de Bike: Minha gancheira, uns 2 pneus furados, inclusive o “tube less” do Maurição que além de furar ficou cuspindo aquela meleca !!! aarrrrgggg

Participaram dessa etapa: Paty e eu, Fernanda e Stephan, Nayara e Pedro Bispo, Cláudia Heidi e Maurício, Simone, Marcos Guilherme, Otto, Serjão, Tio Willian, Carlos Comini, Adriano e Geordanini Lanterna Verde.

No próximo capítulo contarei sobre a etapa da “Bruxa Solta”!!!

Alexandre Silvano
Alexandre Silvano

Published on 06/12/2018 07:51

Performed from 04/21/2018 to 04/22/2018

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