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Lapinha x Tabuleiro x Lapinha

Lapinha x Tabuleiro x Lapinha

Travessia Lapinha x Tabuleira feita via Picos e volta pela via tradicional

Trekking Waterfall Mountaineering

Logística:

Saímos do Rio de Janeiro com destino à Serra do Cipó, MG em 27/12/16. Fomos fazendo várias paradas em algumas cidades mineiras. Como chegamos em Lapinha no dia 01/01/17, a vila ainda estava bem cheia devido às comemorações de ano novo. Apesar disso, conseguimos alugar um quartinho para passar a noite e fazer os preparativos da travessia.

A noite foi péssima. Alugamos um quartinho para passar a noite, arrumar as coisas da travessia... O quartinho era muito quente lá dentro e dormir foi praticamente impossível, os mosquitos não deram trégua (era papo de, quando acendemos as luzes, a parede ter tanto mosquito que parecia ter sido pintada de preto). Depois da noite mal dormida, tomamos um bom banho e saímos. A noite foi tão ruim que cogitamos nem fazer a travessia naquele dia. Então, conselho de amiga: leve um ventilador de chão e muito repelente (claro, como estávamos de carro, e ele ficaria estacionado em Lapinha todos os dias da caminhada, depois era só jogar o ventilador lá dentro e ser feliz na travessia hahahahaha).

Eu e Rodrigo optamos por ir sem guia, nos guiando por GPS e pelo tracklog que baixamos (pegamos dois: o que tinha a rota tradicional e o caminho via pico da Lapinha e do Breu). Antes de sairmos do Rio já decidimos que faríamos a travessia pelo picos, teríamos 3 dias para concluir o caminho e pensamos em pegar ônibus para voltar de Tabuleiro para Lapinha.

Mesmo com o cansaço da viagem (que começou em 27/12/16) e a noite pessimamente dormida, decidimos fazer a travessia. Como a vila é bem pequena e pacífica, deixamos o carro em uma rotatória, perto de um camping, e seguimos até a igrejinha. Dali fomos pela ruazinha que leva ao lago e aos caminhos para as cachoeiras, picos e aos acessos da travessia.

Portanto, nossa ideia era:

1° dia: ir de Lapinha até a casa da falecida Ana Benta

2° dia: Ana Benta até a casa de Sr.Zé e dona Maria. Neste mesmo dia conhecer a parte alta da Cachoeira do Tabuleiro.

3° dia: sair do Sr.Zé cedo, ir para a parte baixa da Tabuleiro e concluir a travessia. Neste mesmo dia, encontrar alguém que nos levasse de volta para Lapinha (pois precisávamos pegar o carro para retornar ao Rio de Janeiro)

Relato:

Andamos até um portão que indicava a Cachoeira do Boqueirão. O caminho, de acordo com o GPS, começava ali, era só seguir a tubulação de água que abastecia a vila. Começamos uma escalaminhada até nos deparamos com grades e cercas altas. Varamos mato por ali tentando achar algum lugar pra passar, mas foi meio que em vão. Vimos que iríamos perder muito tempo e seria mais fácil voltar e tentar uma outra entrada que a placa na 'portaria' de acesso à cachoeira indicava. Voltamos ao portão e seguimos o caminho que a placa indicava; que a travessia se iniciava em uma portaria uns 50/100m mais adiante.

(Aqui já comento que não erramos o caminho. O rapaz que estava na portaria onde realmente começa a travessia nos disse que o caminho era por lá mesmo, mas recentemente começou uma disputa por propriedades e tudo foi cercado, por isso a travessia agora começa nessa portaria mais adiante.)

Na portaria estava um senhor que cobrou R$20,00 e, segundo ele, era um bom preço pois só pras cachoeiras eles cobravam R$15,00. Preenchemos um termo de responsabilidade e a única coisa além do "Boa caminhada" que nos foi dito foi que, andando bem, com peso, em 1h chegaríamos no cume do Lapinha e em 3h chegaríamos na casa da falecida Ana Benta, um dos pontos de pernoite.

Daí, fomos, sem muito mistério, pelo caminho marcado. Bastante pedrinha solta e uns 'degraus', até chegarmos numa área meio que descampada, de onde era possível ver a trilha para o Pico da Lapinha.

No iniciozinho tem uma placa que indica que, devido às pedrinhas soltas, o lugar tem alto risco de acidentes, e realmente escorrega bastante. Mas, fomos subindo com atenção, sem pressa. Afinal, além de estar escorregadio, estávamos com bastante peso. Subida chatinha, porém com um visual lindo demais.

Vista do início da subida - Laguinho de Lapinha da Serra

Levamos a tal 1h que o moço falou até o Abrigo Lapinha, que é uma casinha que fica logo depois que começamos a contornar o pico da Lapinha. Ali tem uma torneira com água potável e fresca, além de ter banheiro limpinho. Paramos uns 15 minutos pra descansar um pouco, tirar fotos e repor nossa água.

Continuando, a partir dali já não tinha mais nenhuma subida bizarra até o início da trilha para o cume do Lapinha. O caminho até ali era plano, bem tranquilo. Deixamos nossas mochilas na plaquinha de início da trilha para o cume, e fizemos o ataque. (Eu tinha lido num blog que esse trecho era de média dificuldade para montanhistas experientes, mas que os mais novatos iam julgar a subida 'insana'. E aí fica meio óbvio que me preparei psicologicamente para a subida insana.)

Bem, a subida é bastante íngreme e exposta, bem chata, pois é totalmente feita pelas pedrinhas soltas. Não a julguei insana, porém é bastante perigosa, e anos luz mais escorregadia que a subida que fizemos até o Abrigo. Mas, na hora de descer, aí sim foi um negócio insano. A cada passo, um medão de escorregar e rolar Lapinha abaixo, então levamos muito mais tempo pra descer do que para subir. Ao menos a vista sempre valendo todo e qualquer perrengue.

Vista do topo do Pico da Lapinha

Pegamos nossas mochilas e continuamos nosso trajeto. Nesse momento, o tempo queria virar um cado, estava fechando e com cara de que ia chover. Pra não passarmos sufoco de pegar uma chuva por ali, apertamos bem o passo.

A partir do Lapinha, o caminho é bem tranquilo. Vamos seguindo por um planalto de mato baixo, sem sombra ou árvores, porém bastante florido. Lindo mesmo. Fomos todo o tempo seguindo umas plaquinhas meio azuis e de vez em quando olhávamos o track só pra confirmar que era o caminho certo. Andamos por mais uns 40/50min até que demos de cara com o imponente pico do Breu. Nesse ponto, a trilha se dividia: um caminho indicava o cume do Breu, o outro contornava o Breu.

Durante o planjemento da viagem, lemos que o Breu tinha uma subida 'desnecessária', que era muito exposta, íngreme e perigosa. Sem contar a descida que era sinônimo de perrengue.
Diante disso, eu optei por contornar o Breu e o Rodrigo por subir. Então, ali nos separamos.

Combinamos de nos encontrar em 1h/2h na Prainha, ele levaria o tracklog e eu ia me guiar pelos toquinhos e plaquinhas pintados pelo caminho, além de ter visto o track antes e ter noção de onde ficava cada ponto. Com o coração na mão eu me despedi dele, e cada um foi por um lado.

Fui seguindo as tais plaquinhas, sempre descendo. No começo elas eram mais próximas umas das outras, mas depois começaram a ficar meeeega distantes. Mas, ainda assim, as encontrava. Não tinha trilha propriamente dita. Era uma laje de pedra e mato. De qualquer forma, cheguei até uma placa que indicava 'ANA BENTA' com uma seta enorme. Continuei na direção da seta, ainda procurando os toquinhos azuis que nunca mais apareceram, a última placa foi a que estava indicando a casinha de Ana Benta.

Como não achei mais os toquinhos, na minha cabeça eu escolhi continuar contornando o Breu e uma hora acharia o Rodrigo. Foi o que fiz, fui varando mato, sempre colada na base do Breu, até chegar num ponto onde eu achava que seria a descida. Preferi sentar numa parte de pedra, coloquei a minha mochila vermelha virada pra cima e ali fiquei. Tinha a certeza que ele ainda não tinha descido, e que do alto me encontraria.

Chamei seu nome algumas vezes, sem resposta. Até que ele respondeu que estava me vendo, pra eu ficar ali que ele estava indo. Mas, eu olhava pro Breu e não conseguia enxergar ele descendo.

Enquanto eu fazia todo esse caminho e tinha certeza que eu tinha me perdido, o Rodrigo estava subindo o Breu. Segundo ele, a subida foi realmente exposta, perigosa e íngreme, lá no alto do Breu não tem trilha, e ao chegar na beirada pra ver se encontrava um caminho para descer, percebeu que não tinha trilha nem pra ele e nem pra mim (só que nenhum de nós dois sabia disso), ele só desceu porque tinha o caminho marcado no tracklog. Mas, um boa pirambeira.

Um tempo depois de ter respondido quando chamei, ele chegou até mim. Nos encontramos e ele descreveu que a descida ali foi bem complicada, que sabia que era a rota 'certa' pois tinha olhado o tracklog e disse que lá do alto tinha visto que não tinha trilha a partir do ponto que nos separamos.

Ficamos sentado na pedra mais um tempo até que começamos a sentir uns pingos de chuva. Como estávamos perto do Rio Parauninha, corremos pra atravessar antes da chuva. Mas, da mesma forma que os pingos vieram, se foram. Então, a gente se animou e aproveitou o calor pra se banhar ali no riozinho e comer.

No ponto onde estávamos tinha algo que parecia uma trilha, e o fomos por ali e até que o 'caminho' terminou. Diante da situação, o Rodrigo olhou o tracklog e viu que seguindo a direção que estávamos, varando mato, chegaríamos na estrada que dava na casa de Ana Benta. Fomos varando o mato alto e pouco tempo depois encontramos a tal estradinha. Logo demos de cara com uma placa que indicava o caminho até a casa de Ana Benta (multiplique por 3 as distâncias. 'Logo ali' de mineiro é longe).

Seguimos a estradinha e avistamos o curral. Aí já fomos caindo para a direita pois vimos no mapinha que já estava bem próximo. Confesso que tive um mini infarto pois não dá pra avistar a casinha. Mas, chegamos, às 15:30 na porteira da casinha.

Escrito na porteira tinha um aviso do sr.Lucas, sobrinho de Ana Benta, dizendo que se a casa estivesse só, era só entrar, que ele voltava de noite. Mas, pra nossa sorte, assim que batemos palma o sr.Lucas nos recebeu junto a dois cachorrinhos. Pudemos, pagando R$5,00 cada, tomar um bom banho quente. E, por mais R$20,00 acampar no quintal. Éramos só nós na casa da falecida guardiã da Serra.

Na parte de trás da casa conversamos bastante com o Sr. Lucas, comentamos que viemos dos picos; ele ficou um pouco espantado com o horário que chegamos e disse que geralmente as pessoas que fazem esse nosso caminho chegam às 18:00/18:30 pois a partir de um ponto não tinha trilha, então era muito difícil se localizar. Contamos nosso caminho a ele, que nos disse que passamos longe da prainha. Fiquei bem chateada pois pagamos R$40,00 na entrada da trilha, preenchemos o termo, e o tal senhor sequer avisou que a partir de um ponto teríamos que varar mato, como fizemos.

Casinha da falecida Ana Benta, guardiã da serra.

Sr.Lucas, muito simpático, nos deu água gelada, limpou o quintal pra gente montar a barraca, e papeou até a hora de irmos dormir. Contou várias coisas de sua tia, mostrou fotos, alguns objetos antigos... Um amor de pessoa. Além de ter esclarecido que seria quase impossível voltar de Tabuleiro para Lapinha de ônibus; resgate não era opção outra pois custava 'apenas' 450 Temers. Ficou claro que teríamos que voltar pela trilha. E aí decidimos fazer tudo em 4 dias, onde op último dia era para o nosso retorno pela via tradicional.

No dia seguinte, quando acordamos, ele tinha feito café pra nós. Deixou duas xícaras na mesinha, e nos explicou como faríamos para ir até a casa da Dona Maria, disse que levaríamos em torno de 3h até lá, num caminho plano em sua maioria. E, nos presenteou com um cachorrinho para ajudar na guiada e fazer companhia. É muito comum ter cachorrinhos acompanhando nessa travessia, mas alguns acabam ficando nas casas de parada, então, por isso, ele nos 'deu' um. Fiquei tão, mas tão feliz, que nem liguei de ficar toda carimbada de patinhas enlameadas. Logo demos o nome de Stuart pro cachorrinho, que nos acompanhou durante todo o percurso até a casa da Dona Maria.

O início do segundo dia começou bem tranquilo, saímos cedo, o Sol ali demorava a mostrar a carinha. Fomos andando em subidas levinhas, como rampas, atravessamos um riachinho, e depois tivemos que subir uma 'serrinha'. Essa subida levou uns 15 minutinhos, e chegamos a um grande campo, todo floridinho, com caminho bem marcado... Lindo mesmo.

Na entrada, e durante o caminho, mais plaquinhas indicando que estávamos indo pelo caminho certo.

Ficamos um bom tempo andando nesse campo, seguindo a trilha, até que chegamos a um outro riozinho (foto ao lado), onde o Stuart se jogou. Se o calor para nós era muito, pra ele devia ser maior ainda. Continuamos a caminhada, passamos por duas propriedades e também a simpática Cachoeira da Escadinha. E aí pouco depois, chegamos na casa de Sr. Zé e D. Maria.

Não tinha ninguém além de nós. Sr. Zé nos recebeu super bem, falou da parte alta, parte baixa... Muita conversa até a hora do almoço. Depois de descansar e comer, eu, Rodrigo e Stuart partimos rumo à parte alta.

Seguimos um caminho que se inicia à direita depois do córrego que passa pelas terras do seu Zé. Fomos caminhando por uma trilha bem marcada até chegarmos numa descida. Dali era possível ver todo o caminho até a cachoeira do Tabuleiro. Durante todo o percurso de descida a vista é incrível. Esse caminho da casa de Sr.Zé até a parte alta tem cerca de 5km, e o fizemos em torno de 1h.

Quando chegamos nas piscinas da cachu a vontade de tomar um banho era enorme, tendo em vista o Sol de rachar que estava na nossa cabeça durante todo o tempo que andamos. E assim fizemos, logo fomos entrando na água. Ficamos um tempinho até lembrar do conselho do Sr. Zé... Ele nos disse pra irmos direto para a queda principal e só depois irmos subindo para as demais piscinas. Então fomos descendo pela cachoeira até essa queda... Apenas nós dois e nosso companheirinho.

Cachoeira do Tabuleiro - parte alta

Quando chegamos na queda principal, a que descortina os tais 273m, eu fiquei embasbacada com o lugar... Não tinha como ficar mais perfeito. Lindo... Lindo demais.

Vista da queda da Cachoeira do Tabuleiro

Ficamos lá, curtindo a vista, a água... Depois voltamos pra pegar as coisas, dar uma passadinha no mirante e seguir o rumo de volta pra casa do Sr.Zé.

O caminho de volta é o mesmo da ida, porém, como estamos subindo, não dá pra enxergar a trilha e se perder acaba sendo um pouco fácil. Mas como tínhamos o Stuart, ficou tranquilo pois quando estávamos puxando pro lado errado, ele tratava de colocar a gente no rumo certo.

Chegamos no Sr.Zé depois de ter curtido tudo da parte alta. Preparei a janta, comemos, alimentei o Stuart e deixei um potinho com água perto da nossa barraca. Fomos dormir e o fofinho deitou no meu chinelo do lado de fora da barraca.

Quando acordei, abri a barraca e logo um focinho gelado encostou na minha mão. Stuart passou a noite toda ali na nossa portinha, um amorzinho. Fiz um carinho nele e deitei de novo; o tempo estava meio feio. Não passou de meia hora de sono, mas quando abri a barraca de novo, o cachorrinho não estava mais lá.

Procuramos por ele um pouco, mas Sr.Zé falou que esses cachorrinhos seguem todo mundo; deve ter passado alguém naquele meio tempo e o Stuart o seguiu.

Fiquei triste, mas não deixei desanimar e logo nos aprontamos para conhecer a parte baixa da Tabuleiro. Fizemos a trilha curtindo o caminho, aproveitando a vista. O tempo todo só descemos, vários tipos de terreno, muita pedrinha solta, lama... Ainda assim, tudo muito lindo.

Até que, depois de andar 60/70% do caminho, a enorme queda se abre e temos uma vista daquelas de tirar o fôlego.

Seguindo os toquinhos, não demoramos a chegar no mirante, um local onde o formato de coração fica perfeito diante dos nossos olhos.

Mais 800m a partir desse ponto e finalmente chegamos na portaria do parque. Lá pagamos R$10,00 cada, assistimos um vídeo informativo e já seguimos por mais 2km de trilha bem ruim até a base da cachoeira. O começo é de areia, só descida, e bem escorregadio. Depois, vamos pelas pedras até o poção. Julguei o trecho curto e grosso.

Porém, foi só chegar lá e perceber que tudo tudo tudo valeu a pena. A piscina formada na base é enorme, proporcionalmente gelada, totalmente espetacular. Ficamos lá curtindo, apreciando o vento fazer fumaça da água que caía do alto de seus 273m...

Depois de muito curtir, decidimos voltar pois ainda tínhamos um longo caminho até a casa de Sr.Zé de novo. Fizemos o caminho de volta plenos, felizes por termos completado a travessia.

Ao voltar para a casa do Sr. Zé, um banho pra revigorar, e o pôr do Sol pra curtir.

Depois devoramos a jantinha maravilhosa que o dono da casa nos preparou, acho que nunca comi algo tão saboroso, tão fresquinho. (Pagamos pela janta, porém me fugiu o valor)

Logo em seguida arrumamos tudo e fomos dormir pois o dia seguinte era de volta para Lapinha, pela via tradicional.

Começamos a andar às 07:40. Fizemos o caminho de volta apenas parando na Prainha para comer. Chegamos no vilarejo da Lapinha às 13h20.

Trecho final da volta, pela via tradicional da travessia.

Acho que foi um dos lugares mais lindos que já fui. Me senti viva, querida... Não tinha como começar melhor o ano. Como sempre, gratidão.

(Fotos: Danielle Hepner e Rodrigo Lacerda.)

ps: Infelizmente não conhecemos D.Maria, ela estava no Rio visitando sua filha.

Danielle Hepner
Danielle Hepner

Published on 02/14/2017 14:28

Performed from 01/02/2017 to 01/05/2017

1 Participant

Rodrigo Lacerda

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5
Fabio Fliess
Fabio Fliess 02/15/2017 09:39

Que demais Danielle. Fiz a travessia em abril do ano passado... Um lugar lindo demais, sem dúvida alguma. Pelas fotos, pegaram a trilha só para vocês! Que maravilha... Evite ir lá nos feriados... Está muito, muito cheia (devia ter mais de 100 barracas na casa do Seu Zé). Parabéns pela travessia! :)

Danielle Hepner
Danielle Hepner 02/15/2017 15:05

A trilha foi só nossa mesmo. Esse lugar é incrível, quero voltar logo. Obrigada Fábio! Abraço

Renan Cavichi
Renan Cavichi 02/16/2017 14:40

Que demais Danielle e Rodrigo! Caraca, nunca ia imaginar que teria de colocar ventilador no checklist! hahahahaha Boa! :)

Danielle Hepner
Danielle Hepner 02/16/2017 21:54

Coloca sim, Renan! Os mosquitos de Lapinha são do tamanho de pelicanos! Hahahahaha

Renan Cavichi
Renan Cavichi 02/21/2017 16:24

haahhahaa :D

Danielle Hepner

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nerd! professora de matemática apaixonada por montanhas, viagens, doguinhos e ukulele.

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