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P14 - Circuito 14 pontos PN da Tijuca - RJ

P14 - Circuito 14 pontos PN da Tijuca - RJ

Circuito com 14 pontos de interesse dentro do setor B da PN da Tijuca. Trilha clássica anual de verão dos Caveiras da Montanha.

RESUMO

Circuito na Floresta da Tijuca setor A passando por 14 pontos de interesse.


Este percurso é interessante para treinamentos de resistência além do visual magnífico de quase toda parte A do Parque. Além das belezas naturais é um passeio por parte da história do Rio de Janeiro.

Não há dificuldade técnica que demande escalada, rapel ou de navegação no percurso. Somente resistência física.

Distância percorrida: 24Km
Tempo da atividade: 12h
Realizado em: 24/02/2018

Parada para pegar água na praça depois do Pico da Tijuca e antes do Archer.

Lista de pontos visitados:
(para cada waypoint levantei uma pequena história do local)

1 Alto da Bandeira
2 Pedra do Conde
3 Morro do Anhanguera
4 Mirante do Excelsior
5 Andaraí Maior
6 Tijuca Mirim
7 Pico da Tijuca (parada para almoço)
8 Morro do Archer
9 Bico do Papagaio
10 Morro da Cocanha
11 Morro da Taquara
12 Castelo da Taquara
13 Alto do Cruzeiro
14 Morro do Visconde


Atenção:
Alguns trechos desta caminhada possuem índice de assaltos. Atenção redobrada nas partes da trilha entre o Anhanguera até antes do Tijuca Mirim e no mirante do Excelsior.

Para quem usa Wikiloc pode seguir https://www.wikiloc.com/hiking-trails/p14-circuito-14-pontos-da-floresta-da-tijuca-24-02-2018-dino-22917278

HISTORIA

Para cada ponto de interesse fiz um levantamento histórico da importância.

P1 Alto da Bandeira

O Morro do Alto da Bandeira possui esse nome porque em seu cume o Conde Gestas hasteava a Bandeira Nacional sempre que o Imperador D. Pedro I vinha visitá-lo. É importante frisar que, naquela época, devido à devastação das matas (isso aconteceu antes do reflorestamento), a bandeira podia ser vista a longas distâncias. A trilha está totalmente sinalizada e recebe manutenção permanente.
A trilha para o Alto da Bandeira é uma curta trilha que atravessa uma exuberante Mata Atlântica. O seu cume é cheio de vegetação, mas mesmo assim é possível apreciar um belo visual de seu mirante que aponta para a Zona Norte da Cidade, é possível avistar os Morros do Sumaré com suas antenas, parte da zona norte e o Centro da Cidade.
Fonte: clubedosaventureiros.com

P2 Pedra do Conde

A Pedra do Conde tem esse nome em homenagem a Aymar Marie Jacques Gestas, fazendeiro e comerciante de frutas, vinhos, café e licores exóticos do início do séc. XIX. O Conde foi o introdutor do plantio de café, que em algumas décadas devastou a floresta da Tijuca, levando ao seu replantio há 150 anos.
Fonte: etrilhas.com.br

P3 Morro do Anhanguera

Também conhecido como Morro do Excelsior pela proximidade à estrada do Excelsior. Sua vegetação é composta por árvores de eucalipto diferentemente da vegetação tipica de Mata Atlântica presente nos outros setores da Floresta. Possui Altitude de 693 metros.
Fonte: trilhasecachoeiras.com.br

P4 Mirante do excelsior

Localizado no fim da Estrada do Excelsior, próximo à Cachoeira das Almas, foi construído no século XIX pelo barão Gastão d'Escragnolle durante o processo de reflorestamento da região. O nome é uma referência ao poema Excelsior (1841), do escritor americano Henry Wadsworth Longfellow.
Do local é possível avistar parte da Zona Norte do Rio de Janeiro e a Baía da Guanabara.
Fonte: wikipedia.org

P5 Pico do Andaraí Maior

O Pico do Andaraí Maior também é conhecido como Morro da Caveira e como Morro do Andaraí Grande, além de ser um dos mais bonitos picos de todo parque. Ele possui 861 metros de altitude e um grande penhasco que forma outra atração: a Gruta Maior. A trilha para o Andaraí Maior é uma das muitas trilhas que se localizam dentro do Setor A do Parque Nacional da Tijuca (Floresta), mas não muito conhecida e muito interessante, sendo uma das que pertencem ao complexo de montanhas da Serra dos Três Rios. Os índios Tamoios chamavam essas terras de ANDIRÁ-Y, que significa “Rio dos Morcegos” ou “morcegos pequenos”, mas os colonizadores modificaram o nome para Andaraí. A denominação do Pico e do Bairro vizinho se deu pela proximidade ao rio que tem sua cabeceira perto do Excelsior, rio esse que deságua na Baía da Guanabara por intermédio do Canal do Mangue, atualmente ele é conhecido como Rio Joana ou Rio Maracanã Velho. Hoje o antigo Rio dos Morcegos é sujo, canalizado, sepultado em vários trechos e com pouca água, mas no passado ele foi navegável e fonte de pesca para alimentação. Fonte:clubedosaventureiros.com

P6 Tijuca Mirim

sem história.

P7 Pico da Tijuca

O ponto mais elevado do circuito. Em nossa logística sempre fazemos a maior parada aqui por conta da hora do almoço.
Esta trilha é um dos marcos do ecoturismo no Rio de Janeiro. O relato mais antigo da existência dessa trilha data de 1853 e a primeira sinalização para auxílio aos montanhistas foi feita em 1885. 117 degraus de pedra compõem a etapa final da trilha, cuja história possui diferentes versões. Uma hipótese envolve a visita do Rei Alberto da Bélgica ao Brasil em 1920 a convite do então Presidente Epitácio Pessoa. O Rei apreciava o estilo de vida ao ar livre da cidade, tomava banhos de mar e, em toda a oportunidade que o protocolo permitia, buscava aproximar-se da natureza. Em um de seus passeios o monarca foi até a Floresta da Tijuca após um período de chuvas e acabou por subir o Pico, para desespero da sedentária comitiva que o acompanhava. Dizem as lendas que, por ser montanhista, o Rei achou uma afronta a construção de uma escada e não a usou para chegar ao topo, deixando toda a elite local para trás, boquiaberta.
Fonte: etrilhas.com.br

P8 Morro do Archer

Em 1861, Manoel Gomes Archer, engenheiro e major da guarda nacional, recebeu de D. Pedro II a tarefa de dirigir o processo de reflorestamento da Tijuca. Em pouco mais de 10 anos, com o auxilio de 6 escravos e alguns assalariados, foram plantadas mais de 100.000 mudas. Já se passaram mais de 150 anos e a Floresta reúne espécies nativas da Mata Atlântica e outras exóticas, introduzidas no reflorestamento. Tente imaginar, ao caminhar nessa trilha, o tamanho do trabalho que os escravos tiveram à época.
Fonte: etrilhas.com.br

P9 Pico do Papagaio

De seu topo rochoso temos uma maravilhosa visão de 360 graus. De lá podemos apreciar as principais montanhas do parque como o Pico da Tijuca, Morro da Cocanha e a Pedra do Conde. Um pouco mais distante é possível ver a Pedra da Gávea e o Sumaré com a pontinha do Morro do Corcovado, a zona Norte, parte da zona sul, a Praia da Barra da Tijuca, a baixada de Jacarepaguá e o Maciço da Pedra Branca. Caso o tempo esteja limpo, também é possível ver uma tênue silhueta da Serra dos Órgãos atrás da Baia da Guanabara.

P10 Morro da Cocanha

O Morro da Cocanha é a terceira maior montanha do parque com 982 metros de altitude. Seu nome significa grande quantidade de frutas. Estas parecem ter sido o principal produto plantado pelo Elias José dos Santos que foi o proprietário das terras do entorno da Cocanha. Fonte: trilhascariocas.com.br

P11 Morro da Taquara

O Morro da Taquara juntamente com os Castelos da Taquara, eram de propriedade do Major Mello Loureiro, tendo sido desapropriado na década de 1850, para fins de reflorestamento. Taquara é uma denominação comum para várias espécies de bambu, uma planta agressiva da qual existem mais de 600 espécies. Ele pode atingir até 30 metros de altura.
O primeiro mirante é a beira de um penhasco e tem uma vista incrível para algumas montanhas do parque, como o Cocanha, Pico da Tijuca, Archer, Pedra do Conde, os morros do Sumaré e a pontinha do Morro do Corcovado com Cristo Redentor no seu topo. Se o tempo estiver bom é possível ver até a Pedra do Elefante lá em Niterói. O segundo mirante é um pouco mais fechado de vegetação, mas mesmo assim é possível avistar parte da Barra da Tijuca com sua praia e até as Ilhas Cagarras.
Fonte: clubedosaventureiros.com

P12 Castelos da Taquara

Um pouco antes do cume do Morro da Taquara existe uma trilha a direita que desce que é o acesso aos Castelos da Taquara, que são enormes formações rochosas que possuem algumas vias de escaladas e até mesmo uma via ferrata para o acesso ao seu cume, que de onde é possível ver toda Zona Oeste da cidade, inclusive a Praia da Barra da Tijuca e o Maciço da Pedra Branca. A trilha para que liga Morro da Taquara aos Castelos é uma curta trilha que tem dois mirantes imperdíveis, é melhor até mesmo que o mirante do próprio Morro da Taquara, ou seja, para quem vai para o Morro da Taquara é praticamente uma obrigação dar uma esticadinha até os Castelos.
Fonte: clubedosaventureiros.com

P13 Alto do Cruzeiro

Na clareira do Alto do Cruzeiro eram realizadas missas católicas ao ar livre. Elas tinham características democráticas: escravos, capatazes e senhores de engenho as frequentavam.

P14 Mirante da Cascatinha

A cascatinha que dá nome ao mirante foi objeto de inúmeras pinturas de artistas convidados pelo antigo dono da área, Visconde de Taunay. O pintor fazia parte da Missão Artística Francesa de 1816. Em 1855 aparece outro marco histórico nesta trilha: a Capela Mayrink.
Fonte: etrilhas.com.br

André Leopoldino (Dino)

André Leopoldino (Dino)

Rio de Janeiro

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Na praia, na montanha ou no caminho entre eles. independente e autossuficiente. Caminhada e fotografia Seja consciente e pratique os princípios de mínimo impacto. @dinoleopoldino

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