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Mochilão Centro-Andino/ Bolívia e Peru - Março/17

Mochilão Centro-Andino/ Bolívia e Peru - Março/17

De São Paulo até Machu Pichu, só terrestre - Com Trem da Morte

Mochilão Centro-Andina - Bolívia e Peu - Março / 2017

1 dia - 4/3
Saída de São Paulo, às 15 horas, semanal da empresa Boliviana Cruceña com três paradas até Corumbá-MS, saindo em Santa Cruz do Rio Pardo-SP para uma escola (Graal), Uma em Presidente Prudente e Outras informações Miranda-MS (portal de entrada da região do pantanal) para café da manhã. O ônibus era limpo e moderno, com água mineral a bordo, até certo ponto. A quase totalidade dos passagens era de Bolivianos.

2º dia, 5/3
Em Corumbá o ônibus fez uma breve parada na rodoviária da cidade, para desembarque de alguns passageiros, e na sequência seguiu até uma Fronteira e atravessou-a até Puerto Quijarro. Lá desembarcamos todos os passageiros, por volta das 11 horas da manhã e já para me dirigi para os tramites da fronteira, ou seja, carimbar o passaporte para a saída do Brasil, com uma fila um pouco demorada e logo depois disso para um prédio da Imigração Boliviana que fica a uns uns 100 metros de distância. Outra fila ainda maior, que fazia zig zag, mas depois de algum tempo de espera vem um policial Boliviano passando e perguntando sobre o quem tinha passaporte Mercosul e ja seguia para a fila da frente e direto para guichê dos protocolos. Feito isso, Carimbaram uma entrada em meu passaporte e de lá, fui até o comércio próximo, Com vários estabelecimentos pequenos e simples, onde fiz o câmbio de moedas. Conseguiu até uma taxa boa de real na conversão, onde estava 1 real para 2,12 Bolivianos (nome da moeda local). Troquei R $ 1000 reais por $ 2120 Bolivianos. Alem do dinheiro, tinha guardado espalhado por vários bolsos, uma doleira e dentro da meia, 500 dólares e mais por volta de 400 e poucos reais. Entre na Bolívia abonado e ainda sobrou dinheiro na volta.
Depois de uma troca da moeda e providenciar o esconderijo esse dinheiro para os bolsos e comprar um remédio contra uma altitude, próximo passo era um pouco um pouco rápido para um estação de trem de Puerto Quijarro, Veja também as minhas pesquisas sobre o trem como 13 horas e esse momento já era dia e eu ainda precisava providenciar a compra da passagem. Taxi para um serviço: $ 15 bol, achei caro por um trajeto tão curto, pechinchei e saiu por $ 10bol. Apreensivo com um pouco de tempo para uma saída de trem e ainda o facto de ainda não ter uma passagem compreendido e mesmo assim conseguiria vaga no mesmo, pedi para o taxista me esperar na frente da estação de sub-eu como escadas da mesma para mim Ver Se há haveria, não há nenhum ponto de táxi até o ponto de ônibus para providenciar uma partida para Santa Cruz, por via rodoviária mesmo. A sorte é que os vários relatos que se enquadram na Internet, não são comprovados, ou seja, achei passagem facilmente para o trem que partiria em poucos minutos. Alegria e euforia era plena, presa não é um sonho de viajar sem prorrogar a morte da Bolívia. Não deu tempo para nada, nem pra comprar uma água e alguma coisa para comer fora da estação, já que na estação não vendem nada. Só consegui tempo para tirar algumas fotografias da área interna da estação e da plataforma ao lado do trem.
Pontualmente o trem parte como 13 horas e começa a rodar lentamente, e como aquilo chacoalha heim. O trem achei bem espaçoso e confortável, poltronas confortáveis, que se reclinam, ar condicionado, monitor que passa alguns filmes em dvd e um vagão restaurante, que servem prato simples, apenas uma opção não cardápio, Frango com arroz, Batata E salada Preço $ 20 bol. Pensei, Pensei e como ainda não tinha gastado toda a minha reserva de sangue da manha (em Miranda-MS) por não almoçar, mesmo porque não vi a cara do prato e não tinha ninguém comendo, o vagão restaurante estava vazio, apenas o Casal que cozinha Da cozinha do restaurante. Fiquei ali sentado não há restaurante por um bom tempo enquanto o meu celular é carregado em uma tomada que não tem nenhum vagão de restaurante e passar o tempo, pode ser usado para uma leitura de borda que me acompanha a viagem, o * Livro Viagem de Moto A Machu Pichu, e depois disso, voltei para o vagão vizinho, onde meu assento e nele aproveitei para tirar uma soneca. Bom, uma viagem se seguiu tranqüila e com o trem vazio era possível relaxar e descansar, Que mudou bastante ao parar na cidade de Robô algumas horas mais tarde e já uma noite. O trem ficou uns 25 minutos parado nessa estação para embarque de passageiros locais e também adentraram muitos vendedores ambulantes, fazendo um barulhão anunciando e vendendo de tudo quanto era coisas de comer e beber, principalmente limonada caseira e refeição pronta em pratos plásticos e talheres descartáveis, Ainda não arrisquei comprar nada e assim tão só assim comendo minhas balas de banana que abrangem uma primeira parada do mesmo sem nenhum estado de São Paulo. Depois dessa muvuca em Roboré, o trem é partiu e seguiu viagem lotado, mas em silencio e com como luzes apagadas e TV desligada para que o povo descansar e assim seguiu sem mais paradas até uma cidade de Santa Cruz de la Sierra, O trem ficou uns 25 minutos parado nessa estação para embarque de passageiros locais e também adentraram muitos vendedores ambulantes, fazendo um barulhão anunciando e vendendo de tudo quanto era coisas de comer e beber, principalmente limonada caseira e refeição pronta em pratos plásticos e talheres descartáveis, Ainda não arrisquei comprar nada e assim tão só assim comendo minhas balas de banana que abrangem uma primeira parada do mesmo sem nenhum estado de São Paulo. Depois dessa muvuca em Roboré, o trem é partiu e seguiu viagem lotado, mas em silencio e com como luzes apagadas e TV desligada para que o povo descansar e assim seguiu sem mais paradas até uma cidade de Santa Cruz de la Sierra, O trem ficou uns 25 minutos parado nessa estação para embarque de passageiros locais e também adentraram muitos vendedores ambulantes, fazendo um barulhão anunciando e vendendo de tudo quanto era coisas de comer e beber, principalmente limonada caseira e refeição pronta em pratos plásticos e talheres descartáveis, Ainda não arrisquei comprar nada e assim tão só assim comendo minhas balas de banana que abrangem uma primeira parada do mesmo sem nenhum estado de São Paulo. Depois dessa muvuca em Roboré, o trem é partiu e seguiu viagem lotado, mas em silencio e com como luzes apagadas e TV desligada para que o povo descansar e assim seguiu sem mais paradas até uma cidade de Santa Cruz da Serra, Principalmente limonada caseira E Refeição pronta em pratos plásticos e talheres descartáveis, Também não arrisquei comprar nada e assim tão só assim comendo minhas balas de banana que abrangem uma primeira parada do mesmo estado sem São Paulo. Depois dessa muvuca em Roboré, o trem é partiu e seguiu viagem lotado, mas em silencio e com como luzes apagadas e TV desligada para que o povo descansar e assim seguiu sem mais paradas até uma cidade de Santa Cruz da Serra, Principalmente limonada caseira E Refeição pronta em pratos plásticos e talheres descartáveis, Também não arrisquei comprar nada e assim tão só assim comendo minhas balas de banana que abrangem uma primeira parada do mesmo estado de São Paulo. Depois dessa muvuca em Roboré, o trem é partiu e seguiu viagem lotado, Mas em silencio e com como luzes apagadas e TV desligada para que o povo descansar e assim seguiu sem mais paradas até uma cidade de Santa Cruz da Serra, Principalmente limonada caseira E refeição pronta em pratos plásticos e talheres descartáveis, Também não arrisquei comprar nada e Assim tão bem como comendo minhas balas de banana que abrangem uma primeira parada do mesmo estado de São Paulo. Depois dessa muvuca em Roboré, o trem é partiu e seguiu viagem lotado, Mas em silencio e com como luzes apagadas e TV desligada para que o povo descansar e assim seguiu sem mais paradas até uma cidade de Santa Cruz da Serra, Principalmente limonada caseira E refeição pronta em pratos plásticos e talheres descartáveis, Também não arrisquei comprar nada e Assim tão bem como comendo minhas balas de banana que abrangem uma primeira parada do mesmo estado de São Paulo. 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Depois dessa muvuca em Roboré, o trem é partiu e seguiu viagem lotado,



3º dia - Santa Cruz de La Sierra ... De sábado a 15 horas viajando, eis que chego um Santa Crus de La Sierra, uma cidade antes de meus sonhos e assim distante da minha realidade. Nada que me atraia, mas era mais estruturado e maior terminal rodoviário que vi na Bolívia. Era ainda possível tomar o desjejum, mas foi bem difícil achar. Nada dentro da rodoviária; nada em volta da rodoviária; Mesmo com tantos outros comércios. Anda daqui, anda dali por ruas adjascentes ao terminal e nada de achar uma lanchonete ou uma padaria que faz café. Pensei, vou pro centro da cidade, eu informo sobre o ônibus para o centro e com uma dificuldade de entendimento tomo um microônibus e eis que o vou até o centro e lá também não tem nada de café da amanha. Como passamos e eu andando. Ai vejo muita gente comendo na rua mesmo em bancas de camelos vendendo umas coisas estranhas, uma espécie de um caldo com carne dentro. Não gostei da minha aparência e continuei minha saga. Até que vi uma banca de ambulância servindo uma espécie de panqueca de mandioca, com queijo na chapa. Perguntei tinha café e não tinha? Então tomei por ali mesmo. Depois de um dia de trabalho, encontre uma praça de armas que ficava em 4 ou 5 quarteirões e caminhei até conhecer a Catedral de Santa Cruz. Paguei uma taxa de 3 Bolivianos e subiu até uma torre da igreja e tirei algumas fotos. Chovia fraco nessa hora. Desci e dali me encaminhei de volta para o terminal rodoviário, Como não sabia um caminho e nem uma distância, tomei outro microônibus. Chegando lá me lembrei que eu estava sem banho desde sábado (já era feira). Me informei onde tem chuveiro na rodoviária mesmo. Preço para usar um chuveiro, $ 5 bol. Detalhe, água fria 100%. Banho tomado, hora de procurar algo para comer, lanche ou almuerzo. Eis que próximo da rodoviária, achei um lugar legal e limpo. Meu primeiro prato de pollo com papas. 20 bol. De volta a rodoviária, fiquei pensando em ir, e ainda não tinha um roteiro definido a partir de Santa Cruz. A idéia era ir conhecer Cochabamba, ou ir direto para uma paz, mas em todos os guichês de ônibus para estas duas cidades. E a mi angustia ia aumentando, Pois não queria passar uma noite em Santa Cruz, queria tocar viagem, e então tinha planos de seguir rumo a La Paz, Mas nada de ônibus saindo para a. Com muito custo, decidiu outro roteiro da última hora, compre passagem para Sucre, tem um lido de relógios que é uma cidade boa e organizada era uma capital oficial da Bolívia. Então, às 17: 30h, eu estava embarcando em um mini-autocarro de alto e curtos, tipo de roteiros, com destino a Cusco, para não hesitei em comprar passagens para viajar em um ónibus, acostumados aqui no Brasil a viajarmos em grandes, novos E confortáveis, mas todas Como agências diziam ter apenas esse tipo de ônibus na linha, para uma estrada era precária e de terra até Sucre. Então fui assim mesmo. Compreensão na visão com visão panorâmica. Não foi assim tão bom, por viajar o tempo todo à noite. E foi com o me informaram, bota estrada ruim, desde uma saída de Santa Cruz, no início da subida da cordilheira,

4 º - 7/3 Chegada a Sucre. Em volta da rodoviária não é tão bom, mas chegando no centro eu gostei. Uma praça de Armas Bonita, com monumentos e muitos pombos. Subi um ladeirão enorme com mochila pesada atrás de um hostal que um cara me indicou na rodoviária e tinha me entregado um folheto. R $ 35 bol, quarto com três camas e minha sorte não ter ninguém, então eu não em quarto. Com um café da manha (muito fraquinho) wifi e banho quente no banheiro coletivo externo. Era o meu quarto dia de viagem eo primeiro que eu estava hospedando, todos os dias anteriores dormia em ônibus e trem. Me instalei, minha bagagem e desci de volta pro centro da cidade para passear, principalmente no mercado central, E essa é uma prática em todas as cidades que passei no caminho. Recomendo, Sempre um desenho de mercado nos mercados centrais das cidades. Tem tudo de tudo, coisas que você conhece e que você nunca viu ou sabe o que é. Tomei suco natural de lima, comi algumas coisinhas como pão e empanada etc. Rodei mais um pouco por ruas de Sucre, visitei um museu de moveis coloniais importados de um aristocrata Boliviano, $ 20 bol. (Achei caro e esperava ver as coisas mais interessantes, apesar dos moveis antigos ser muito chiques e bonitos) e com uma guia do museu me explicando todos os ambientes hablando tudo em espanhol, muita coisa entendido, outras não, alguns produtos num centro Aymara De Artesanato. Suba para uma pousada e da subida para o miradouro da cidade, No alto de uma colina Lugar muito bonito e tem uma feirinha de artesanato inca na entrada. Não paga nada para entrar no mirante. Tirei varias fotos de lá.


5º dia -
8/3 Arrumei minha bagagem, tomei o café bem simples com pão com ovo na pousada e parti. Desculpe, não há comentários sobre este item em destaque. Não há comentários sobre este aplicativo Não existem fontes disponíveis para este produto. Se sabe como, Estranho pois perdi UO me levaram, com estojo e tudo. O óculos se fazia Necessário, POIS um PARTIR dali era um Caminho de Uyuni.
Óculos Escuros comprado, me dirigi terminal de Ao de Ônibus da Cidade, Procurei Passagem Direção para Uyuni, Mas o único que fez uma linha direta para o jogo teve 40 minutos antes. Então comprei uma passagem para Potosí, para 20 partidas 20 minutos depois. Paisagem bonita no caminho para Potosí, Subida da cordilheira na parte mais alta ainda. Sai de Sucre a uma altitude de 2500 metros mais ou menos e num trecho da estrada com meu relógio com altímetro subindo e subindo a elevação dele cada vez mais um quilômetro que o ônibus subia lentamente. Olhos que querendo saltar, cabeça sentida uma pressão danada, até o nariz sangrou, nunca chegaram a uma altitude de 3000 metros. Não tomei nada de remédio de altitude antes, pois não me parece que tem sido assim e os comprimidos têm ficado sem bagageiro de baixo teor. Umas quatro horas após o jogo chega a Potosi. Eu estou em uma rua estranha, longe da rodoviária, eu obrigado um pegar um táxi e pagar 5 bol. Ate lá. Os ônibus para Uyuni já partiriam em breve, 20 minutos depois que o tempo que faz uma correria danada, não deu tempo nem pra procurar algo pra comer. Compre agora um sorvete de massa que tavam vendendo em um carrinho de ambulância na pálete de embarque. Paisagens ainda mais bonitas e mais subidas da cordilheira a partir de Potosi e umas 3 ou 4 horas depois de não começar a noite, eu estava desembarcando no centro de Uyuni, na rua mesmo, não há um terminal rodoviário e tanto os embarques como desembarques São Feitos na rua.
Foi meio cansativo andar por ruas da mochila grande nas costas para procurar uma hospedagem. Demorei cerca de 1 hora. A cidade é muito procurada por turistas do mundo inteiro, os preços das pousadas são mais caros do que outras cidades. Achei um $ 170, $ 150, $ 70, até que depois de muito procurar achei uma $ 40,00 bol com wi fi e ducha quente. Quarto compartilhado com mais 3 estrangeiros, dois espanhóis e um mexicano. Nesse primeiro momento que entrei no quarto já fui me apresentando aos três que também chegaram a um ritmo pouco. O Mexicano disse que tinha acabado de fechar o pacote de passeio de três dias pelo salário e pelas lagunas do deserto e me passou o nome da agência e já sai logo logo após uma mesma agência para fechar também a minha participação nos passeios. Preço $ 600 bol. Preço mais ou menos tabelado em todas as dezenas de agência de viagens, com direito a duas hospedagens e 2 ou 3 refeições diárias dependendo do dia. Pacote contratado e pago 100%, voltei pra pousada. E tomei um banho e combinamos eu e os três estrangeiros do quarto de irmos jantar. Fomos de 4 até o calçadão da prática central e as duas últimas vezes. Como primeiras que tomei na Bolívia. Uma Potosina e uma Paceña. Conta saiu cara prós Bolivianos. $ 240, Pra dividirmos em quatro. Como eu ainda tava com os bolsos cheios, tava beleza. Mas acendi o alerta rs. Paaaaulo acorda ...


6º dia - 9/3
Bom, não deixe os detalhes aqui. Então, para um passeio com mais de uma hora de atraso sem carro, um Toyota Land Cruser ano 97, modelo da grande maioria dos carros de agências de turismo lá no Uyuni. Então o guia e motorista ao mesmo tempo, os nossos levou para o primeiro passeio que era o famoso Cemitério de trens, ainda da época do vapor, estava super lotado de pessoas e não conseguiu boas fotos por conta disso. Era horário de pico da turistada que antes do salar os carros tudo passam por lá. Não teve tanta graça. Após uns 20 minutos para uma pequena feira de artesanato e museu de sal no município de Colchani, já perto da entrada do Salar. O motorista nos disse que teríamos uns 20 minutos e acabou ficando mais de 1 hora lá. Compre um chapéu de estilo legionários do Saara, com uma pequena porção de carne de lhama frita num tacho por uma senhora com trajes típicos, $ 5 bol. Depois de um almoço e almofada em casa, perto de onde não há preço do pacote. Almoço fraquinho, macarrão de parafuso e frango frito sem muito tempero e coca cola. De lá para a frente, para uma rua, para uma rua, para os monumentos para uma rua, depois para o monumento ao rio Dacar, antigo hotel de sal, hoje museu de sal e tiragem fotos das várias bandeiras dos países do lado do museu . Depois disso o carro seguiu para o espelho de água do Salar. Cerca de uns 10 minutos de lá. Ficamos quase duas horas exageradamente não espelho e tirei muitas fotos, De volta voltamos sentido cidade e paramos num local fazer saltar onde brota água do chão, após seguimos para um local onde temos uma visão privilegiada de fazer sol não salar. Lá também muitos carros de turistas para tirar as mesmas fotos do sol. Anoiteceu e voltou para uma cidade de Uyuni. Dormimos num hostal indicado pela agência e incluído no pacote, assim como um janta, sopa com macarrão.


7º dia - 10/3
Café da manha, o carro atrasa cerca de 1 hora e meia para passar na agência para levar ao segundo dia de passeio. E when estávamos na estrada deu pane elétrica por conta da bateria ruim eo carro morreu não pegava, precisou colocar uma outra bateria de um outro carro de turista que passou naquele momento. Nisso perdemos 1 hora no meio do deserto. Depois de chegar ao número chamado Alota. Lá almoçamos já meio tarde. De uma parte e uns 800 metros após o carro pifou de novo por causa da bateria. Outra vez o motorista precisou de socorro de outro carro para emprestar uma bateria e ligar o carro. Por precaução e sensação de motorista de meia voltagem e voltou correndo para Aloha e lá ficamos num abrigo que não era mesmo local que havíamos almoçado. Uma tarde gelada, Nunca vi um lugar ventar tanto e tão frio. Ali ficamos os 7 comentários que tomam o vinho sem fim da tarde e até à noite, vinhos que compraram algumas garrafas numa tenda local. Dormimos por volta de meia noite.


8º dia - 11/3 Lá pras 5 horas da manhã chega o motorista com o carro substituto, batendo forte na porta e levantamos no susto. Nos ajeitamos e seguimos viagem pelo deserto com o dia amanhecendo e ainda muito frio. Logo paramos em outro vilarejo para tomar o café da manhã, bem fraquinho mas melhor que nada. Dali seguimos para uma laranja Colorado, pare para muitas fotos e vídeos, estevamos também nosso carro ainda. Cerca de 20 minutos para os seguidores de Geezeres, um dos lugares que mais gostei, fotos e vídeos, eu empolguei e logo o pesssoal já dentro do carro eu chamando para ir embora pra próxima atração. Depois de ter sido um local de água termal, conhecido como Águas Termales do Parque de Polquis. Ninguém faz o grupo para entrar na água quente, Está com uma previsão e um pouco de pressa. Algumas fotos e partidas para uma final de passeio, uma Laguna Verde aos pés do Vulcão Licancabur quase na fronteira com o Chile. Muitas fotos e dentro do carro que eu quero para voltar. Rodamos pra caramba até parar de volta nas águas térmicas e almofadas, num pequeno restaurante onde haviam muitos turistas, um gringos europeus de maioria. Arroz com frango e salada. Essa foi nossa ultima refeição do passeio. De la, tocamos direto de volta para Uyuni, onde houve mais uma parada no meio do deserto por conta de um pneu furado. Algumas fotos enquanto o motorista trocava o pneu e meia hora depois partimos. Muito perto da estrada e faltando uns 80 km para chegar em Uyuni, Eis que começou uma chuva forte e motorista tirou o pé, ficou com medo de andar num rítimo que eu arriscaria, para uma estrada ainda sendo de terra, não parecia perigosa, não havia pedriscos que não deixava o carro deslizar. Mas enfim, haja paciência andar a mais ou menos uns 40 km por hora na estrada reta. Chegamos em Uyuni por volta de 9 horas da noite de sábado. Cansados, com frio e com fome. E tinha que procurar hotéis. Mas beleza. Fomos encaixados em um no centro, tomei banho e sai pra comer um lanche na rua, que não foi fácil achar. Voltei pro hostal e fui dormir. Mas não deixaram o carro. Mas enfim, haja paciência andar a mais ou menos uns 40 km por hora na estrada reta. Chegamos em Uyuni por volta de 9 horas da noite de sábado. Cansados, com frio e com fome. E tinha que procurar hotéis. Mas beleza. Fomos encaixados em um no centro, tomei banho e sai pra comer um lanche na rua, que não foi fácil achar. Voltei pro hostal e fui dormir. Mas não deixaram o carro. Mas enfim, haja paciência andar a mais ou menos uns 40 km por hora na estrada reta. Chegamos em Uyuni por volta de 9 horas da noite de sábado. Cansados, com frio e com fome. E tinha que procurar hotéis. Mas beleza. Fomos encaixados em um no centro, tomei banho e sai pra comer um lanche na rua, que não foi fácil achar. Voltei pro hostal e fui dormir. Tomei um banho e sai pra comer um lanche na rua, que não foi fácil achar. Voltei pro hostal e fui dormir. Tomei um banho e sai pra comer um lanche na rua, que não foi fácil achar. Voltei pro hostal e fui dormir.

9º dia - 12/3 Café da manha na praça central e por volta de meio dia, embarco no ônibus para Oruro. Muito sol, ônibus velho sem fio condicionado, pra variar e pra minha poltrona não foi cortina para cortar o raio de sol que entrava bem na minha cara e como janelas vedadas não abriam. Paisagem chata do altiplano, sem uma visão daquelas montanhas bonitas de outros trechos da viagem, parecia estradas do Brasil em minas gerais. Montanhas baixas. Terras meio secas. Por volta de umas 16 horas chegamos a Oruro. Algumas pessoas não se divertiram não Uyuni se dividiu. O Mexicano Francisco ao qual fiz mais amizade, dali seguiu direto pra La Paz, junto com um Loren uma inglesa que também estava no mesmo grupo, ficando eu a espanhola Lourdes eo português Joe. Pegamos os três um taxi da rodoviária até o centro da cidade. A procura de hotel. Era um domingo a tarde e estava difícil. Pouca gente nas ruas e comércio todo fechado. Depois de muito andar ficamos em um bem simples e não tão barato. Sai para dar uma volta para um estação de trem e depois para o mercado central. Voltei pro hostal, tomei banho e sai de novo pro mercado central pra comer das coisas. O mercado em pleno domingo, frio com caramba, funcionando com todo o vapor, com muita gente vendendo de tudo. Isso mesmo na Bolívia mesmo. Comi uma mini pizza, assada na hora. Tava bem gostosa. Por US $ 10 bol. De volta ao hostal, dormi. Tomei banho e sai de novo pro mercado central pra comer algo. O mercado em pleno domingo, frio com caramba, funcionando com todo o vapor, com muita gente vendendo de tudo. Isso mesmo na Bolívia mesmo. Comi uma mini pizza, assada na hora. Tava bem gostosa. Por US $ 10 bol. De volta ao hostal, dormi. Tomei banho e sai de novo pro mercado central pra comer algo. O mercado em pleno domingo, frio com caramba, funcionando com todo o vapor, com muita gente vendendo de tudo. Isto mesmo na Bolívia mesmo. Comi uma mini pizza, assada na hora. Tava bem gostosa. Por US $ 10 bol. De volta ao hostal, dormi. Funcionando com todo o vapor, com muita gente vendendo de tudo. Isso mesmo na Bolívia mesmo. Comi uma mini pizza, assada na hora. Tava bem gostosa. Por US $ 10 bol. De volta ao hostal, dormi. Tomei banho e sai de novo pro mercado central pra comer algo. O mercado em pleno domingo, frio com caramba, funcionando com todo o vapor, com muita gente vendendo de tudo. Isso mesmo na Bolívia mesmo. Comi uma mini pizza, assada na hora. Tava bem gostosa. Por US $ 10 bol. De volta ao hostal, dormi. Funcionando com todo o vapor, com muita gente vendendo de tudo. Isso mesmo na Bolívia mesmo. Comi uma mini pizza, assada na hora. Tava bem gostosa. Por US $ 10 bol. De volta ao hostal, dormi. Tomei banho e sai de novo pro mercado central pra comer algo. O mercado em pleno domingo, frio com caramba, funcionando com todo o vapor, com muita gente vendendo de tudo. Isso mesmo na Bolívia mesmo. Comi uma mini pizza, assada na hora. Tava bem gostosa. Por US $ 10 bol. De volta ao hostal, dormi. De volta ao hostal, dormi. Tomei banho e sai de novo pro mercado central pra comer algo. O mercado em pleno domingo, frio com caramba, funcionando com todo o vapor, com muita gente vendendo de tudo. Isso mesmo na Bolívia mesmo. Comi uma mini pizza, assada na hora. Tava bem gostosa. Por US $ 10 bol. De volta ao hostal, dormi. De volta ao hostal, dormi. Tomei banho e sai de novo pra central central pra comer algo. O mercado em pleno domingo, frio com caramba, funcionando com todo o vapor, com muita gente vendendo de tudo. Isso mesmo na Bolívia mesmo. Comi uma mini pizza, assada na hora. Tava bem gostosa Por US $ 10 bol. De volta ao hostal, dormi.


10º dia - 13/3
Junto com o casal Lourdes e Joe, café da manha no centro, passeio pelo mirante de Oruro, visita a catedral da Virgem de Socaban, perto do centro da cidade e da mina de prata desativado que não é com entrada Por dentro da igreja visita monitorada a $ 20 bol.
De volta uma pousada, pegamos como mochilas e um táxi para uma rodoviária, US $ 15 bol. O ônibus para La Paz já estava em partida, também apenas $ 15 bol. E embarque em uma hora sem entrar na rodoviária. Acho que era clandestino, para saia da frente da rodoviária e para o lado do mesmo para o embarque de passageiros. Cerca de umas 4 horas depois estávamos em La Paz.
Na rodoviária de La Paz, onde o desembarque é em frente ao meu albergue e todos os despedimos, Eo casal seguiu para o hostel. Fiz check-in, US $ 72 por quarto para 4 pessoas. Depois de conhecer o centro, andando a pé por ruas próximas, com as coisas e depois de volta ao albergue.


11º dia - 14/3 Passeio pela cidade, teleférico linha amarela, depois bairro Malhasa afastado de La Paz, para tentar alugar uma moto, que foi sem sucesso, devido ao elevado custo e dificuldades burocráticas. Voltei para La Paz, Albergue, Jantar e depois cama. Com as coisas e depois da volta ao albergue. 11º dia - 14/3 Passeio pela cidade, teleférico linha amarela, depois bairro Malhasa afastado de La Paz, para tentar alugar uma moto, que foi sem sucesso, Devido ao elevado custo e dificuldades burocráticas. Voltei para La Paz, Albergue, Jantar e depois cama. Com as coisas e depois da volta ao albergue. 11º dia - 14/3 Passeio pela cidade, teleférico linha amarela, depois bairro Malhasa afastado de La Paz, para tentar alugar uma moto, Que foi sem sucesso, devido ao elevado custo e dificuldades burocráticas. Voltei para La Paz, Albergue, Jantar e depois cama.

Malhasa

12º dia - 15/3

Passeio ao Cerro nevado Chalcataya + Vale da Luna, nos arredores de La Paz a $ 130,00 Bolivianos em uma fretada com 10 turistas e mais o motorista e guia. O Chalcataya valeu muito a pena, vi neve e pisei em neve na primeira vez na vida. O Vale da Luna um pouco menos, mas também valeu.
De volta ao centro de La Paz no final da tarde, o pacote para o Caminho da Morte da bicicleta. $ 300 bol. Com direito a roupas adequadas e equipamentos de segurança, um café da manhã e um almoço, mais uma camiseta de gravação e mais um DVD com fotos e vídeo do passeio.

Chalcataya

13º diâ - 16/3


O passeio não foi para o que viu e mostrou a pena. Minha bota ficou molhada por dois dias. Os detalhes são os seguintes, mas deu tudo certo e foi bom demais essa viagem. Nesse dia, na mesma equipe de turistas na ilha, conhece o equatoriano Manuel, que mora na praia Ilha de Galápagos e é biólogo local. Havia também uma mexicana, uma israelense e australianos.

14º dia -
17/3 Partida para Copacabana como margens do Titicaca. Mostrar uma visão do lago e travessia que fizemos. O micro ônibus faz separado num barco de ferry e passageiros vai em outro, lógico que tem que pagar mais isso. $ 3 bol.
Chegada a Copacabana, me hospedei num Hostal no centro, pechinchando saiu $ 50 bol. Saída para jantar, depois sono.

15º dia - 18/3
Passeio de barco até uma visita a Isla del Sol. $ 30 o barco e mais $ 15 uma entrada ao site arqueológico da ilha, com guia mais uns 10 bol.
Como 13 horas de volta ao barco, e seguiu até uma ilha flutuante, que não me recordo o nome, almoço com batata frita, pescado na hora no lago, em criadouros. $ 30 bol. Muito gostosa.
De volta a Copacabana de barco. Desembarquei e já comprei minha passagem para Cusco $ 60 bol. E o ônibus partiu como 18: 30h conforme prometido.
Parada na fronteira com o Peru, como trilhas de saída da Bolívia e da entrada em aduana peruana e de volta pro ônibus, com apenas uma parada na rodoviária de Puno onde desembarcar muita gente, turistas e embarcou alguns peruanos.

16º dia - 19/3
6:00 da manhã em Cuzco. Taxi da rodoviária até albergue Loki Cusco, US $ 10 soles.
Aguardei um bom tempo para fazer Check-in no albergue, pois estava no meio lotado e aguardava surgir vaga. Depois de ser apresentado em quarto, bem rústico e com muitas camas beliches dentro, fui caminhar pela cidade. Fui de volta para uma rodoviária para ver se encontrou ou guiou uma empresa de Ônibus Ormeño aberto, para ver horários de passagem para São Paulo. Mas não há nada que possa esperar, mas não há nada naquele dia. Voltei para o albergue para como 14 horas, fazer um passeio pela cidade livre com uma cidade, com um guia credenciado, mas autônomo do albergue. Ele falava muito mais inglês do que espanhol para descrever os locais turísticos de Cusco, Pois um grupo de europeus, que nem sei daquela época, não é o mesmo que o espanhol. Me dei mal, tudo bem. Vários locais visitados, centros de artesanato e centro de cultura Inca, mais loja de artesanato já no centro, uma Praça de Armas, museu de chocolate, etc Sem final de guia se despediu do grupo e pediu uma Contribuição alegando que ele fazia um serviço de Guia autônomo não remunerado pelo albergue e também teve o pagamento do táxi para o levar ao parque junto ao site arqueológico e tálico. Esse semper é um papo não final de um passeio, pois não falam nada e aparentemente parece ser ou mesmo não preço das entradas. Mas tudo bem, cada coisa é algo diferente. Eu eo grupo de turistas, todos os jovens com menos de eu claro, Os pontos de vista da cidade e eu fugir mais fotos dos pontos turísticos da Praça de Armas, bem como comer alguma coisa por uma rua mesmo, por Era domingo eo centro da cidade. É uma cultura do povo lotar como praças para celebrar o domingo, artistas de rua se apresentarem, pregações evangélicas, parquinhos de crianças e tudo mais. Jantei ali um prato chamado huevo saltado que consiste num arroz misturado com macarrão picado e ovo frito mais papas e em seguida fui a uma banca de lado e saboreei uma deliciosa sopa, de espaguete com frango e ovo cozido. Muito boa e matei quem me mandou matando, pois já era bem tarde de o cedo café da manhã onde tinha me alimentado. Voltei uma Praça de Armas para procurar o pacote de Cusco para o dia seguinte e assim que fechei com uma agência ao preço de $ 60 soles. Combinei com uma camionete como 7: 30h da manhã de ela me apanhar na frente do albergue uma qual eu estava hospedado.

17º dia - 20/3
Eis que para variar, tudo atrasado e só chegou cerca de uma hora depois. Mas tudo bem, pelo menos era uma das grandes e fui confortavelmente sentado em uma poltrona individual e seguimos estrada até uma hidroelétrica, uma viagem de cerca de umas 4 horas e meia, com muitas fotos tiradas nas belas paisagens ao redor da estrada, com Uma Parada para o café em Urubamba e almoço em Santa Tereza. Como duas horas finais da viagem para uma estrada de terra, bonitas mas desconfortáveis ​​pra quem tá de van. Melhor se destacar na minha moto. Mais ou menos umas 3h da tarde chegamos a hidroelétrica eo motorista nos orientou que no dia seguinte deveríamos estar ali naquele mesmo ponto para pegarmos a van de volta a Cusco. Deste local, Comece mi longa e linda caminata com destino a Águas Calientes, Sempre seguindo os trilhos do trem e mesmo margem do rio e do rio de correnteza Urubamba. Muitas fotos, o que acho que demorei uma hora, mas é por isso que tirar fotos do caminho, e é que choveu um pouco e também parei por uma capa plástica de chuva que chegou comprado na cidade um dia antes, para mim alertaram que todos Os dias Chovia nesse trecho entre uma Hidroelétrica e Águas Calientes. Mas foi bem posto para você e para uma capa. Chegada a Machu Pichu pueblo (Águas Calientes) por volta de 6h da tarde, já quase noite. Na entrada da cidade, várias pessoas se hospedam a quem chega andando pelos trilhos. E fui abordado por uns três, Na terceira de tanto insistir e depois de umas pechinchas da minha parte acabei fechando com ela, Através de uma vista da pousada no alto da cidade. Ladeirinha puxada hem. Check-in feito, desci de volta para o centro de comprar para uma montanha sagrada para o dia seguinte, ao preço de US $ 151 soles e depois fui até uma praça principal para tirar fotografias. Suba de volta uma pousada, um banho quente e depois sai de novo para procurar janta, debaixo de uma chuvinha que caia, com um pouco de frio. Também comprei uma camiseta de lembrança e troquei uns dólares por soles. Desci de volta para o centro de comprar para uma montanha sagrada para o dia seguinte, ao preço de US $ 151 soles e depois fui até uma praça principal para tirar fotos. Suba de volta uma pousada, um banho quente e depois sai de novo para procurar janta, debaixo de uma chuvinha que caia, com um pouco de frio. Também comprei uma camiseta de lembrança e troquei uns dólares por soles. Desci de volta para o centro de comprar para uma montanha sagrada para o dia seguinte, ao preço de US $ 151 soles e depois fui até uma praça principal para tirar fotos. Suba de volta uma pousada, um banho quente e depois sai de novo para procurar janta, debaixo de uma chuvinha que caia, com um pouco de frio. Também comprei uma camiseta de lembrança e troquei uns dólares por soles.

18º dia - 21/3 (Machu Pichu)
Acordei bem cedo, para conseguir transpor o mais rápido possível a difícil subida da montanha sagrada. Com um pouco de dificuldade achei uma cafeteria, bem em frente ao ponto que saem os microônibus que levam os turistas montanha acima. Café tomado, segui rumo ao pé do morro. Uma paisagem já é surreal ao caminhar pela estrada que margeia o rio caudaloso e violento. Depois de meia hora achei uma entrada da trilha com duas placas que me confundiram um pouco, não estava sozinho e não sabia duas vezes. Optei pela errada e 500 metros depois de achar um local para perguntar e este me indicou o local correto. Comecei a sonhada subida da montanha e tome degraus dentro da mata. Ainda bem que ainda não foram 8 horas de manha eo dia ainda tava bem fresco e muita névoa encobriu como montanhas ao redor. Subia, Subia e subia ... o suor já começou a descer pela cabeça eo rosto. Parava, descansava, tirava varias fotos e continuava a subir. E isso é repetido vezes que até duas vezes depois de tomar café, estava na portaria da cidade sagrada de Machu Pichu. A essa hora o local foi feito de pessoas, entreguei meu ingresso para agente e rodei a catraca. Subi alguns degraus e eu estava na frente da magnífica cidade perdida dos Incas que é tantos anos sonhava conhecer. Muitas e muitas fotos, também encontrou vários brasileiros por lá, coisa que não era comum durante toda a viagem na Bolívia e no Peru. Fiquei contemplando e fotografando como ruínas durante umas duas horas e já preocupado com o relógio, resolvi que já era hora de retorno, Pois eu tenho uma longa caminhada de volta até Águas Calientes para minha mochila na pousada e siga mais 12 km a pé de Volta para pegar um Vão fazer dia anterior, que estava combinado de espera os passageiros até como 15 horas deste dia. A descida também não foi fácil, pois força demais os joelhos com tantos degraus o tempo todo, mas mesmo assim muito melhor que subir é claro. Se na subida falta fôlego, na descida falta joelho. Mas desci o mais rápido que pude, pois agora lutava contra o relógio. E uma hora atrás, na Águas Calientes, pegando minha mochila e ainda comendo umas bolachinhas de sal que havia comprado, Não há nada para sair da barriga vazia para uma longa caminhada. Desci rápido em uma saída da cidade, antes da entrada da empresa ferroviária e do preço da passagem do trem e do horário que sairia o próximo. E como eu já esperava, era bem caro, cerca de 31 dólares, para viajar num trecho tão curto. O horário até que coincidiu com o horário de verão de uma Van na Hidroelétrica, mas por preço mais baixo e mais uma pena na caminhada mesmo. Quando comecei um andar por trilho, e é que começam umas gotas de chuva. No momento do check-in, por favor não hesite em contactar-nos. Juntou uma preocupação com o horário e mais essa chuvinha que acabava de começar, me fez repensar nessa caminhada e conseqüentemente, desisti de ir a pé pra Hidroelétrica. Voltei até um estação uns 500 metros e lá comprei meu bilhete do caríssimo e luxuoso trem. Aguarde alguns minutos na sala de espera da estação, ao som de um flautista tocando como típicas e agradáveis ​​⠀ "músicas peruanas. Trem bonito e confortável na pálete e embarco com aquela sensação de estar curtindo uma atração mais e na verdade estava mesmo. Até que valeu uma pena Da próxima quem sabe, faço outro trecho maior nele.
Depois de apreciar a bela paisagem da janela em 45 minutos de trem chega a estação hidroelétrica. Lá um atraso de uma hora para uma chegada. Esperando ela mesmo, não há nada a ver com isso, não existe nenhuma forma de organização, onde não pode ser lançado.
Depois de muita desinformação eis que chega a nossa van. Menor que um dia anterior e muito desconfortável e apertada por sinal, Pra fazer o caminho de mais de 6 horas de volta a Cuzco. Como foi sofrido, ainda na estrada de terra que não acabava nunca aquele sacolejo e poeira. Dividindo o banco com mais dois passageiros, foi muito difícil agüentar aquela situação por tantas horas seguidas, com apenas uma parada para um lanche da tarde. Cuzco, num frio danado e ainda mais que buscar alguma coisa para pernoitar. Depois de muito andar por lá e pra cá em ruas do centro achei com preço e conforto razoável. Não me falha uma memória, $ 30 Soles.


19 ° dia - 22/3 Acordei tranqüilo, sem pressa, Como um dia de descanso na cidade de Cuzco e também para resolver as pequenas questões, para o terminal até o terminal rodoviário verificar o tempo de passagem para o estado de São Paulo e quanto Tempo de viagem para este levaria saindo de Cuzco até aqui. Tomei meu bom café na conhecida Plaza San Fransico e peguei um microônibus até o terminal. Lá finalmente encontrei o gueto de Expresso Ormeño aberto, com alguém dentro, trabalhando para eu pedir como informações. E eis que o ônibus não saia de quinta-feira como não informado não guichê da mesma empresa na rodoviária de La Paz e sim na sexta feira e também não chegava no sábado ou dominó conforme as mesmas informações. O Ônibus tem uma viagem por semana, Saindo de Lima na quinta feira, passa em Cuzco na sexta-feira e em São Paulo, apenas na terça feira, isso não é houver imprevistos. E o preço da passagem também achei muito caro, cerca de 200 dólares. Descartei essa opção e comprei uma passagem de ônibus para a Paz direto, através de Desaguadero (um maior número de passam ou te deixam em Copacabana e muito mais tempo). Preço $ 80 soles, por empresa Trans Salvador para as 9: 30h da noite. Ônibus com quartos tipo cama, muito confortáveis, consegui dormir bem nele. Só o incomodo foi acordado com um barulho na madrugada de uns gringos conversando alto, para fiquei sabendo que um deles tinha sido furtado no meio da madrugada, onde um passageiro que tinha desmembrado em Puno, tinha furtado um mochila dele. E foi um conversador a noite quase toda, pra resolver isso. Via Desaguadero (a maioria passam ou te deixam em Copacabana e se perde muito tempo). Preço $ 80 soles, por empresa Trans Salvador para as 9: 30h da noite. Ônibus com quartos tipo cama, muito confortáveis, consegui dormir bem nele. Só o incomodo foi acordado com um barulho na madrugada de uns gringos conversando alto, para um fuzileiro sabendo que um deles tinha sido furtado no meio da madrugada, onde um passageiro que tinha desmembrado em Puno, teve furtado um dele mochila. E foi um conversador a noite quase toda, pra resolver isso. Via Desaguadero (a maioria passam ou te deixam em Copacabana e se perde muito tempo). Preço $ 80 soles, por empresa Trans Salvador para as 9: 30h da noite. Ônibus com quartos tipo cama, muito confortáveis, consegui dormir bem nele. Só o incomodo foi acordado com um barulho na madrugada de uns gringos conversando alto, para fiquei sabendo que um deles tinha sido furtado no meio da madrugada, onde um passageiro que tinha desmembrado em Puno, tinha furtado um mochila dele. E foi um conversador a noite quase toda, pra resolver isso. Não há comentários sobre este aplicativo e adicione sua própria opinião. Enviado originalmente em português. Ver original Puno, furtado a mochila dele. E foi um conversador a noite quase toda, pra resolver isso. Não há comentários sobre este aplicativo e adicione sua própria opinião. Enviado originalmente em português. Ver original Puno, furtado a mochila dele.

Cusco

20º dia - 23/3
Amanhecendo o dia, o ônibus para o bloqueio de manifestantes Peruanos em Desaguadero, já na fronteira com a Bolívia eo motorista nos orientar a descermos cerca de 2 km até o posto de imigração do Peru e Depois não da Bolívia, para adiantarmos o processo de saída de uma entrada em outro país. E assim fomos, eu e mais pessoal, todos os perdidos sem saber o que fazer direito. Muitas pedras que interditam a via e caminhões paradas em filas. E uma dificuldade de respiração era grande em um tempo devido a uma grande altitude do local. Eis que fizemos os procedimentos relativos às duas imigrações, tomei um café da manha, ruim pra caramba de barraca de rua mesmo, não lado boliviano e em seguida voltei caminhando novamente em direção ao ónibus parado, quase dois km depois, Ainda no lado peruano Ouvi dizer de outros passageiros que o bloqueio iria durar ainda o dia inteiro e poderia virar o dia com uma estrada toda parada. Então, uma melhor alternativa que encontrei para o jogo do jogo, que alias abri a fechei sozinho, já que o motorista eo comissário não há volta local, coloquei como costas e rumo novamente sentido Bolívia na longa caminhada, Da mochila. Então cheguei ao lado Boliviano novamente e fiquei informado sobre vans fretadas que iriam até La Paz. Andei mais quase 1 km por ruas adentro de Desaguadero Bolívia e um local de partida das Vans, várias vezes o tempo todo e um logo em um destino La Paz, Preço de US $ 15 Bol.
Cheguei em El Alto ao lado de La Paz por volta das 15 horas. Se o ônibus viesse direto para o bloqueio na fronteira, chegou até às 9:00 às 10 horas no Maximo. Mas tudo bem. Para sua comodidade, disponibilizamos uma tradução automática: Me hospedei por ai mesmo (perto de uma linha azul do teleférico no bairro Los Andes a $ 50 bol. Em quarto privado), para facilitar a vida ao levantar muito Alto. Deixei minhas coisas e desci até La Paz, via teleférico (barato, rápido e mais fácil) para o trocar uns dólares por Bolivianos para cobrir como ultimas despesas na Bolívia e também comer alguma coisa, só com o café da manha ainda, Um fronteira cedo . Jantei em La paz e subi de volta o teleférico até o Hostal e da não saí mais, pois alem do frio, cansaço eo sono, poderia ser também perigoso. El Alto não é muito aconselhável sair a noite, Principalmente para turistas ou mochileiros como eu. Barra pesada.

Desaguadero

21 ° dia - 24/3
Levanto muito cedo, como 4: 30h da manhã para 5 horas em recepção e recepcionista José Luis me chamar um táxi, o que demorou cerca de 30 minutos, me deixando preocupado, Paulo eo horário era para 6: 50h e muito mais antes da descoberta do aeroporto, para mais precisamente comprar minha passagem pessoalmente, que não conseguiu comprar por internet na véspera. Enfim, consegui chegar e tudo na correria, compra de passagem, check-in, imigração, bagagens, etc. Ufa que sufoco. Preço de La Paz a SP por empresa BOL, US $ 315. E como uma capital da Bolívia rumo a Santa Cruz de La Sierra, para fazer uma conexão em outro avião para São Paulo. Mais uma hora e meia de espera e embarquei novamente, chegando a São Paulo por volta das 15 horas do dia 24/03/17.
Fim da Trip Centro-Andina e volta à realidade. Cansado de corpo, mas de alma lavada. Que venham como próximas grandes viagens !!!

"Um homem Precisa viajar, Por favor, não POR Meio de Histórias, Imagens, Livros UO TV Precisa viajar POR si, com SEUS Olhos e do PSE, para entender o que é Seu. Para Um dia plantar Como SUAS Árvores e dar - os Valores dos alunos Conhecer o frio para desfrutar o calor E o oposto Sentir uma distância EO desabrigo para Estar bem soluçar o PRÓPRIO teto. Um homem Precisa viajar para OS Lugares Que Não conhecem para quebrar essa arrogância Que Nos Fazemos ver o mundo Como O imaginamos, E Não Simplesmente Como e OU PODE Ser. Que Nos Faz Professores e Doutores Que Não São VIMOS, Quando Dúvidas Ser Alunos, e Simplesmente Para Cima "Amyr Klink

Paulo Lima
Paulo Lima

Published on 01/30/2017 15:53

Performed from 03/04/2017 to 03/24/2017

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Paulo Lima

Paulo Lima

São Paulo - Capital - Brasil

Rox
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motociclista, montanhista, trilheiro # Viajar é Preciso#Aventura na veia#A felicidade só é verdadeira quando compartilhada#Se for trilhar me chame

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