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Vivenciando a Serpente - Parte III - Machu Picchu

Vivenciando a Serpente - Parte III - Machu Picchu

Este é o relato da vivencia na trilha de 4 dias, desde Ollantaytambo até Machu Picchu

Equipagem para a trilha

  • - bastão de caminhada Quechua Forclaz 300. O recomendado é ter um par para cada pessoa. Na trilha considerei essencial. É como ter uma tração 4x4, não só nas subidas, mas principalmente nas descidas, onde os bastões  devem  ter sua extensão prolongadas. Mas é possível também alugar os bastões (em média por 30 soles), comprar um bastões quase descartáveis (made in China) a venda em Cusco ou para os mais naturebas também são vendidos uns bastões de madeira (tipo cabo de vassoura), mas que não são retráteis ou reguláveis, então pode ficar desconfortável na alteração entre subidas e descidas. É importante dizer que para a trilha não são permitidos bastões pontiagudos. Assim, deve se ter uma borracha própria cobrindo a ponta.  
  • - botas Quechua , que se mostraram quentes, impermeáveis e bem aderentes ao terreno. Não se esquecer de “amaciar” antes da trilha, para não ter problemas com bolhas nos pés. Além das botas de uso diurno, recomendam também levar outro calçado para usar à noite no acampamento, dando um descanso aos pés. Levamos havaianas que são versáteis também na hora do banho.
  • - meias para trilha. São meias com 95% de material sintético, sendo a parte do peito do pé mais permeável para permitir a evaporação do suor. Levamos da marca Quechua e também da Lupo. Pelo menos um par por dia.
  • - calças de pescador , semi impermeáveis e com zíper na altura do joelhos podendo se tornar uma bermuda. É recomendado levar  duas calças. Praticamente,  você vai usar só uma durante toda a trilha mas pode ser que chova ou outra eventualidade. Também deve levar uma roupa confortável e quente para dormir.
  • - camisas de tecido sintético, que são mais leves e não amassam. Uma por dia é a conta. Chegamos a levar várias camisetas de manga longa e segunda-pele,  mas não usamos, a não ser para dormir, pois os dias estavam quentes e apesar das frias manhãs, nos primeiros 100 metros, a caminhada se encarregava de esquentar o corpo.
  • -blusa Quechua. Foi uma escolha excelente pois apesar de leve, é bem quente. Também faz pequeno volume na mochila.
  • - capa de chuva Quechua. Optamos por esta capa na forma de blusa com capuz, pois ocupa pouco espaço. Mesmo não chovendo, teve momentos em que a neblina era tão intensa nas primeiras horas do dia, que tivemos de usar capas e cobrir as mochilas.
  • - sacos de dormir. Levamos sacos de dormir comprados aqui no litoral, mas que não se mostraram apropriados para o frio. No briefing que o guia fez conosco uns dias antes do inicio da trilha fomos informados de que o colchonete disponibilizado pela empresa era bem fino (na verdade, um isolante térmico) e se quiséssemos poderíamos alugar um mais grosso. Também poderíamos alugar uma saco de dormir melhor, forrado com penas devido ao frio da montanha à noite. Escolhemos alugar o saco de dormir (25 dolares cada) e utilizar o nosso como colchonete. Tudo isso gerou um pouco de problema pelo volume da carga, já que teríamos que carregar conosco os colchonetes e os 4 sacos de dormir. Mas dormimos muito bem.
  • - boné, luvas, tocas são também itens essenciais. Após o frio das noites e manhãs, o sol pode ser forte e sai o gorro e entra o boné, preferencialmente com proteção para o pescoço.
  • - toalhas. Existem toalhas super absorventes que ocupam pouco espaço e secam rápido. Mesmo em condições pouco confortáveis, uma banho quente, ou um “semi banho” com água gelada, ajudam a refazer o ânimo após um dia excitante, mas exaustivo.
  • - lanternas  A lanterna é utilizada para ir ao banheiro à noite e na manhã do último dia, quando acordamos às 3h30 da manhã, além de uso dentro da barraca. Uma boa pedida é ter as lanternas de cabeça, para deixar as mãos livres para os bastões de caminhada, para manusear o papel higiênico, etc. Leve pelo menos uma troca de pilhas/bateria por precaução. Lanternas com bateriais recarregáveis só terá segurança se tiver também uma fonte extra para recarregar, pois depois da 1ª noite não tem mais rede de energia elétrica. Existe um pequeno carregador que funciona a luz solar, carregando durante o di
  • - câmaras fotográficas.  Depois do primeiro acampamento, não há mais energia elétrica disponível. Assim, devem-se levar pilhas e baterias extras, por precaução. Tinha lido que as baterias acabam rapidamente em maiores altitudes e em menores temperaturas. Mas a bateria da minha máquina fotográfica deu e sobrou, mesmo usando flash e foco automático. Mas é melhor ter a bateria extra. Também é bom ter um cartão de memória sobressalente. O cartão original da máquina deu “pau” em Lima (ainda não sei se vou conseguir recuperar as fotos), mas eu tinha comprado um novo de 32GB para a viagem, que foi bem suficiente. Se tiver mochila separada para o equipamento fotográfico, escolha uma que tenha capa impermeável, pois pode chover ou mesmo molhar com a forte neblina. E ainda pode ter o celular, que dependendo do modelo tira fotos tão boas quanto.
Claudio Luiz Dias
Claudio Luiz Dias

Published on 05/28/2016 08:26

Performed from 04/28/2016 to 05/01/2016

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Claudio Luiz Dias

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Agrônomo pela ESALQ USP.Trabalha na CETESB (Agência Ambiental do Estado de São Paulo) desde 1990. Interesse por meio ambiente, historia e cultura (foco em cerâmica indígena)

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