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Expedição Argentina: Puerto Iguazu a Posadas - Out/07

Expedição Argentina: Puerto Iguazu a Posadas - Out/07

Capitulo II: depois de Foz, Cataratas e o faroeste caboclo de Ciudad del Este, finalmente coloco os pés em terras argentinas. Puerto Iguazu!

Puerto Iguazú a Posadas (4/10)

Acordei às 8h, com o pensamento na fronteira.

Minha mochila estava pronta desde ontem. Conversei um pouco com o pessoal que fiz amizade no hostel (José e Marcos de Itaquá; Shimpey do Japão; Paulo, o dono do hostel). Uma galera bem animada. Peguei o ônibus em direção a Puerto Iguazu. Conheci no caminho uma argentina chamada Paola, missionária evangélica muito divertida. Passamos juntos na aduana argentina, onde retirei a tarjeta mercosul que me dá o direito a ficar 90 dias em solo argentino. Seguimos até a rodoviária de Puerto Iguazú, onde deixei Paola, que iria pegar um bus para Buenos Aires, enquanto eu fui até o centro cambiar US$ 100.

Entrei em uma agência do Banco de la Nación, onde fiquei conversando vinte minutos com o gerente, Adrian, que me disse que vai fazer uma viagem de carro de Goiânia até Belem. Acabei cambiando o dinheiro numa casa de câmbio mesmo, porque o sistema do banco não estava funcionando. Fiquei passeando pelo centro, e conversando com muita gente: Julio, um indio guarani; Eliane, vendedora de uma loja; o pessoal do porto de onde saem passeios de barco pelo rio Paraná.

Às 15h, decidi tomar o bus para Posadas (ARG), saindo as 15h30 do terminal de bus. 314 km em cinco horas, ninguem merece... Cheguei em Posadas cansado, e querendo um quarto. Daí que aconteceu o primeiro “causo” da trip. Desci no centro de Posadas, e perguntei para a primeira pessoa que eu vi sobre hotel. Essa pessoa era Mônica, muito simpática, que se dispôs a ir comigo procurar hotel. Estava dificil, não havia vagas, e quando havia, queriam cobrar muito caro. Num desses hoteis, a recepcionista gorda diz para Mônica:

- 45 pesos ele, 60 pesos se você quiser subir junto.

A Mônica respondeu:

- 60 então!

Aquilo me deixou cabreiro! Não entendi direito, será que ela era prostituta e eu não saquei? Tive de perguntar o que tava acontecendo, e ela me disse que não tinha nada a ver. Sei não... Acabei ficando num outro hotel de $55, mas havia combinado com Mônica dela me guiar pela cidade. Tomei uma ducha de 10 minutos, desci, mas... cadê a Mônica?! Sumiu. Fiquei meio culpado, achando que ela se magoou comigo. Enfim...

Fui andar em Posadas sozinho, e me surpreendi muito com a cidade, gostei muito mesmo. A Avenida
Costaneira, às margens do rio Paraná, é belissima. Cheguei no dia da Fiesta de los Estudiantes, grande desfile quase carnavalesco. Foi legal! Comi superpancho (uma espécie de hot dog), tomei gaseosa (refrigerante) e andei à beça. De manhã pretendo ir até San Ignácio (ARG), nas missões jesuíticas.

Marcelo Baptista
Marcelo Baptista

Published on 03/02/2016 09:36

Performed from 10/01/2007 to 10/29/2007

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Marcelo Baptista

Marcelo Baptista

São Paulo

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Montanhista, mochileiro, viajante, pai, conectado com as boas vibes do universo e com disposição ainda para descobrir os mistérios da vida.

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