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Retorno ao Vale do Água Suja

Retorno ao Vale do Água Suja

Trilha autônoma, em área selvagem e pouco mapeada da Chapada Diamantina-Ba.

Mountaineering Trekking Hiking

Dia 07 de Julho. Sandra e eu já estávamos desde o dia 28 do mês anterior na chapada.

Após a aventura na Selvagem Serra da Chapadinha (ver relato "Serra da Chapadinha: O lado selvagem do PNCD"), nos dirigimos para cerca de 300 km a Oeste, para as Serras Altas da Chapada Diamantina.

O Vale do Água suja é o nosso Anapurna. Desconhecido para a maioria, inclusive para os locais, o Vale do Rio Água Suja é um trecho ainda com muita coisa a ser descoberta. De maneira sincrônica, ele tinha se tornado um desejo meu e ao mesmo tempo do amigo - e mestre jedi do trekking ultralight, Peter Tofte.

Durante uma conversa, ainda em Salvador, combinamos - e depois realizamos - uma bem-sucedida expedição exploratória no início do ano (2021), com Sandra, minha companheira e com os amigos Fabio Dal Gallo, Cristina e Cas "Xamã", relatada no excelente texto do Peter: "Água Suja, Alma Limpa", aqui mesmo, no Adventure Box.

Abaixo, Sandra, com o GPS na Serra dos Cristais. O Vale do Rio Água Suja, à sua frente, abaixo. (Foto de Cris, da expedição do início de 2021)

Já estávamos há uma semana pelas Serras Altas, fazendo pequenas caminhadas de bate-volta, subindo e descendo umas serras para manter o ritmo, chupando as tangerinas pocan mais deliciosas do planeta e tomando um delicioso café - cultivado a mais de 1500 metros de altitude - enquanto esperávamos o Peter, que chegaria no dia 07 de julho, por volta das 6 horas da manhã, em Rio de Contas, se o ônibus não quebrasse. Ele nos acompanharia no retorno ao Vale do Água Suja.

Na expedição anterior, saímos do Vale do Guarda-Mor, próximo a Catolés. Ao não encontrarmos uma maneira mais fácil de descer a Serra dos Cristais, fomos forçados a fazer um vara-mato insano, descendo mais de 300 metros de desnível, atravessando grotões, fendas, mata fechada com espinho, urtigas, formigas nervosas, etc. Dessa vez a ideia era clara: achar uma subida melhor, depois seguir em direção ao Pico do Itobira e retornar a Bitencourt, Zona Rural do Distrito de Mato Grosso, que fica a cerca de 1500 metros de altitude, nosso ponto de saída.

A Monstrenga, a Tracker 4x4, nos levou de Rio de Contas a Bitencourt, onde a deixamos estacionada, aos cuidados de Nem, do bar e Café Alto da Chapada, nosso anfitrião durante a semana anterior e seguimos: eu, Sandra e Peter.

Inicio, nós três ainda ilesos. (Foto: Peter Tofte)

Começamos por terreno fácil e já conhecido, graças à expedição anterior. Peter carregava o Spot X, para o caso de algo dar errado e eu levei apenas o GPS, deixando o meu GEN3 em casa, me salvando valiosas gramas a menos no lombo. Agradeci muito a ele por isso.

Pegamos uma variante da trilha, descoberta por Fabio Dal Galo em janeiro deste ano e chegamos rapidamente às Cachoeiras Duas Irmãs, no Rio Mocotó, um tributário do Água Suja, onde acamparíamos para passar a noite.

Cachoeira maior do conjunto de quedas chamado de "Duas Irmãs".

O dia foi curto. Paramos por volta das 14:30h, pois Peter estava cansado depois de uma péssima noite sacolejando durante 11 horas em um ônibus pré-histórico para Rio de Contas e nós havíamos sofrido por causa de uma única muriçoca que nos aperreou a noite toda. Nada melhor do que aproveitar para passar uma tarde mansa no spa das Duas Irmãs, comer bem e descansar bastante. A pedida foi a medida da necessidade.

A variante Dal Gallo, descoberta por Fabio, no início do ano, atravessando o Rio da Rama, lá embaixo.

A noite foi espetacular, com uma temperatura excelente, sem friaca e sem vento. Demos muita sorte (na verdade desde a Serra da Chapadinha) com o tempo. São Pedro estava do nosso lado, afinal de contas.

Foto acima: Acampamento ao lado das Duas Irmãs / Abaixo: Registros de uma noite estelar.

Pela manhã, acordamos e pensamos em sair tarde, já que o dia seria tranquilo também. Com isso, eu e Sandra, que fazemos cuscuz e sempre demoramos um pouco mais no café, ficamos mais relapsos e demoramos mais do que deveríamos. Assim, acabamos levantando acampamento por volta das 10 horas. Absurdamente tarde! Peter, com razão, nos instou a adiantar, o que prontamente fizemos.

Seguimos por trilha conhecida, que trazia poucas novidades em relação ao que vimos na visita anterior. Ao descer o rio Mocotó, o cruzamos e encontramos um trecho de uma antiga estrada 4x4, sem uso. Peter comentou que nem a Monstrenga passaria por aquela estrada. Concordamos.

A estrada logo deu lugar a uma trilha suja, que havia percebido durante o estudo prévio do roteiro. Encontramos pegadas de diversos animais, inclusive felinos pequenos e grandes também. Isso foi uma feliz surpresa. Pegamos uma variante dessa trilha, seguindo à esquerda, subindo mais em relação ao Água Suja, que ficava cada vez mais abaixo.

A trilha antes bem marcada ficou suja e conforme nos afastávamos do rio e ganhávamos altitude, tornou-se tênue, teimando em desaparecer o tempo todo. Hora a perdíamos e hora a achávamos. Peter, que rastreava a maior parte do tempo, tem um tino espetacular para encontrar os trilhos. Parece até que usava um tipo de sexto sentido mateiro, porque acabava sempre achando a trilha mais adiante (leia a matéria dele, aqui no Adventure Box: “Rastreamento de Trilhas” e entenda mais sobre isso!).

Encontramos uma gruna, antigo garimpo de cristais e o acampamento dos garimpeiros, já há muito abandonado. Peter entrou na frente enquanto eu o seguia, com a curiosidade lutando contra a claustrofobia. Eles escavaram uns 12 metros para baixo da terra e aquilo parecia muito fácil de desabar. A vida do garimpeiro era dura... Sandra disse que não entrava nem morta. Eu a entendo, perfeitamente!

Cristais abandonados em frente à gruna.

Dentro da Gruna abandonada, onde ainda haviam alguns utensílios, um travesseiro e algumas roupas velhas abandonadas.

Continuamos seguindo, perdendo e reencontrando a trilha e algumas bifurcações, sobre as quais fiz anotações mentais de explorar no futuro. De repente, encontramos um trecho onde o rio (quase um riacho, agora) se fechava em tiriricas. Eu odeio tiriricas. Um mato seboso que corta como navalha e cresce muito. Parecia o fim da linha.

Mas, é como dizem: “trilha tem lógica” e a lógica nos dizia que ela tinha que seguir e só poderia ser naquela direção. Peter pegou meu facão e entrou nos matos. A gente já pensava em outras ideias quando ouvimos: “Venham! Venham!”. Já sabíamos, ou ele tinha achado ou tinha fabricado um caminho. Dessa vez, tinha achado! Atravessamos o matagal e lá estava ela, justo onde ele foi. Parece um radar, esse Mr. Tofte.

Pegamos água e começamos a subir escalonadamente o trecho de serra a nossa direita. Nada parecido com o vara-mato psicótico da expedição anterior. Agora, subíamos tranquilamente por uma "calçada" de lajedos que pareciam ter sido posicionados ali para facilitar a subida. Uma verdadeira delícia, avançar tão tranquilamente.

À esquerda ficava para trás uma mata alta, com árvores grossas de onde ouvíamos os Jacús grasnando, como se estivessem avisando da chegada dos invasores humanos. Paramos para descansar e Peter seguiu para tentar ver se avistava um ponto de acampamento que ele tinha feito em uma aventura anterior, na mesma Serra dos Cristais, com a Thais Cavicchioli e Maria Fernanda May (ver o relato dele, de em 2020 “Serras Altas da Bahia”). Eu e Sandra comentamos entre nós sobre a resistência física dele, que sempre nos impressiona.

Enquanto Peter reconhecia o terreno, Sandra observava o gps.

Ele voltou, dizendo que não tinha avistado o local. Olhe oferecemos uns salamitos e continuamos subindo. Pouco mais adiante, percebemos que o GPS marcava que estávamos pouco mais de 1 km de distância paralela à trilha, que havíamos marcado na expedição anterior, no topo da serra.

Pensamos em seguir em frente, na diagonal, mais um tempo estudando posteriormente vimos que o terreno seria possivelmente mais fácil , no entanto, a vontade de chegar ao topo e a hora avançada - já era perto das 16 horas - nos fez preferir subir à direita, guinando para o alto. O desnível era pouco, mas havia uma área alagada de capim alto no caminho. Peter, na dianteira, achou rapidamente uma passagem seca no meio do charco e o seguimos.

Cada vez mais nos aproximávamos da trilha no topo. Contudo, agora nos impedia a passagem um grotão largo de mata, com uma fenda profunda por onde corria um riacho. Procuramos uma passagem e sugeri subir mais um pouco, pois a tendência era que ele ou engrunasse na rocha ou ficasse mais estreito, mais fácil de atravessar. Dito e feito. Afinou e foi mais fácil, mesmo consistindo essa passagem mais fácil em uma fenda envolta em mato fechado. A queda poderia causar acidente grave e as pisadas eram em rochas escondidas sob a vegetação cerrada e raízes retorcidas.

Itobira no Horizonte, ao fim do tarde, da Toca da Docinha. O Itobira acompanha e nos guia boa parte da caminhada.

Peter estava na frente e passou primeiro. Depois, pegou meus bastões de caminhada e, para me ajudar, ofereceu a ponta deles. Agarrei-os e me apoiei, usando-os para ajudar a transpor o obstáculo. A ponteira se soltou e fui de peito na margem, me agarrando para não escorregar para dentro do buraco. Aprendemos que as pontas são feitas apenas para apoiar e não para puxar. Lição tomada e anotada. Sandra foi mais ágil e graciosamente passou fácil por onde eu, desajeitadamente, caí.

Menos um obstáculo, faltava apenas uma crista rochosa a ser contornada para acharmos a trilha, agora 300 metros mais perto.


A Crista Rochosa que nos afastava da trilha definida.

Finalmente encontramos a trilha! Começamos a segui-la, mas algo parecia errado. Ninguém reconhecia aquele trecho. Ficamos alguns minutos procurando uma melhor leitura de terreno e ao observar a bússola do gps, percebemos que nosso rumo estava errado, não a trilha. Às vezes, quando a gente muda a direção a paisagem parece diferente e descuidadamente, a gente anda pro lado errado sem perceber.

Corrigimos o rumo e percebemos também que estávamos muito antes do local onde achávamos que estaríamos, fato que havia contribuído para nossa momentânea desorientação. A percepção prega peças na gente. Com calma, percebemos nossa localização e conforme caminhamos, um trecho marcado com cristais (e como tem cristal nessa área), ainda fresco em nossa memória, foi encontrado. Tomei a dianteira e acelerei o passo, pois queria chegar ainda com luz e tínhamos apenas cerca de 1 hora e mais alguns minutos de sol. Avançamos velozmente.

Chegamos à Toca da Docinho, descoberta por Sandra, em janeiro passado. Tomamos um “banho” em um córrego cheio de limo, pegamos água, montamos acampamento e curtimos a noite estrelada e espetacular. Ventou um pouco, mas dentro da tenda tudo estava tranquilo. Peter, que bivacava, teve uns problemas com um vento nordeste. Ele virou crePeter (deixando a lona da tarp cair sobre si) e dormiu o restante da noite.

Abaixo, alguns registros noturnos de uma noite espetacular na Toca da Docinho e um Jedi que apareceu, para nos visitar.

Acordamos. Após o café, seguimos em trilha conhecida e quase sempre bem marcada, usando muito pouco o gps até o Vale dos Cristais, que dá acesso, por um lado ao Guarda-Mor, de onde viemos na expedição anterior e do outro, para o Pico do Itobira, nosso destino do dia.

Sandra ajudando Peter a Montar sua tarp, em frente a Toca de Docinho.
Mais abaixo: Caminhada pela bela Serra dos Cristais.

Itobira que, aliás, serve de referência principal em grande parte da caminhada, já que está sempre despontando, com seus 1910 metros, no horizonte. Um trecho muito bonito. Eu gosto muito dessa parte da trilha, dos gerais, da mata e da subida íngreme para chegar aos pés da montanha.

Sobre uma rocha, no leito de um regato, paramos para comer, no mesmo lugar onde acampamos na expedição anterior. Prosseguimos com a descida dos Cristais, passando pela matinha, pela Lapa da Mutuca e avançando rumo ao Itobira


Peter Tofte e Sandra Cardoso no lindo Vale dos cristais.

Mais abaixo: Ambos descendo a mata que dá acesso à subida para os pés do Pico do Itobira.

A trilha já íngreme ficou ainda pior porque acabei escolhendo a bifurcação mais piramba por engano. Essa trilha nos leva direto para a primeira parte do ataque ao cume, mas, como ainda tínhamos que pegar água para a noite, deixamos as cargueiras no meio do caminho e descemos ao ponto de água, numa matinha na base da montanha

Almoço com o Itobira ao fundo.

Peter ia na frente, parecendo um cabrito maltês e só o alcançamos lá perto da água, onde ele encontrou a mãe de um colega do filho dele. Uma dessas coisas que só acontecem na Chapada. Tomamos um banho e três litros mais pesados, resgatamos as cargueiras e fizemos o sofrido ataque ao cume, depois de um dia imensamente longo e cansativo. Chegamos, montamos a barraca e logo estávamos na friaca. Todos empacotados. Comemos tudo que tínhamos direito, tanto para recuperar as forças e aquecer o corpo, quanto para deixar mais leves as “parasitárias” mochilas que carregávamos.

O Itobirinha, visto do seu irmão maior.

A noite foi caindo e a paisagem foi ficando cada vez mais espetacular. Aproveitamos a vista, vimos as fotos das etapas anteriores da aventura antes que o frio e o cansaço nos forçassem a ir para cama. Emprestei a Peter o meu anoraque, para ajudá-lo a se aquecer e dormimos um sono picado, de quem passa frio.

Mais uma noite estelar, com a cidade de Rio de Contas, iluminada à vista.

O outro dia era o dejair. Arrumamos as coisas já com aquela sensação de criança que vai embora do parque de diversões. Mas, ainda teríamos um dia inteiro de caminhada para atravessar os gerais que separam o Itobira de Bitencourt. Descemos, pegamos água para o caminho e zarpamos. Ainda vimos uma pegada de suçuarana, mostrando que a rainha da área ainda reina pelas Serras Altas.

Pegada de suçuarana, aos pés do Itobira.

Começamos a descida por um trecho da antiga estrada real. Seguíamos em fila indiana, Peter, Sandra e eu. Ao passarem por uma esquina rochosa percebi abelhas saindo em profusão. Olhei para a minha esquerda e vi uma colméia, lançando "soldados" para o ataque e falei: “Corre!”. Para logo depois, perceber o terreno ruim onde estávamos e ratificar: “Corre não, mas anda rápido!”

Depois, me aproximei deles e disse: “É abelha!”. Seguimos em uma "quase marcha olímpica" por um pedaço e depois, tudo voltou à normalidade, sem picadas. Ufa!

Caminhada tranquila, sob o sol de inverno, mais ameno, e muita conversa sobre a vida. A trilha, em certos momentos se torna uma meditação, onde cada um imerge em si mesmo. N’outros, se assemelha a uma conversa de bar. Já perto do fim, paramos brevemente para comer numa área sombreada, às margens de um regato, onde jogamos migalhas para as dezenas de pequenas piabas que vivem ali. Meditativo.

O Itobira parece ter um cume pequeno, mas é grande. Note a nossa tenda, branca, quase invisível, ao fundo.

Chegamos a Bitencourt e ainda sofremos mais uns 2 infindáveis quilômetros, que nos fez desejar um taxi. Era um morrete, mas mais parecia uma montanha! Finalmente chegamos ao Bar e Café Alto da Chapada, onde nos esperavam apenas no dia seguinte. Adiantamos um dia no planejamento, mostrando como estudo do terreno e conhecimento prévio da área ajudam. Comemos as deliciosas coxinhas preparadas pelo Nem e uma (duas, três, quatro!) cervejas estupidamente geladas. Era a consagração da segunda expedição bem sucedida ao Vale do Água suja.

O final, regado a coxinha e cerveja, em Bitencourt! (Foto de Sandra)

Todas as fotos de minha autoria, exceto as citadas.

NOTA: Percebemos, eu e Sandra, como as lições do ano passado, aprendidas com Cris, Fabio e Peter, sobre redução de peso, nos ajudaram. Redemos mais, andamos com mais segurança e firmeza e consumimos (e forçamos) menos o nosso corpo.

Agradecimentos: Ao Nem, pela estadia, pelo café delicioso, pela amizade e simpatia. Obrigado a essa terra maravilhosa que é a nossa Chapada por ter tratado tão bem de nós, mais uma vez. É triste ter que voltar para casa.

Um beijo para Sandra. Companheira, casca-grossa. Valeu a briga para me fazer melhorar o texto e pela companhia.

A Monstrenga por carregar a gente com segurança e conforto por topdas as pirambeiras.

Até a próxima (que seja logo!).

OBS.

- O Peter escreveu um excelente relato dessa mesma aventura, chamado "Entre Suçuaranas e Cristais: de volta ao vale do Rio Água Suja". Leitura imperdível.

- Essa região tão bela e rica deveria ser parte de uma Unidade de Conservação de Proteção Integral. Além de rica em paisagens deslumbrantes, possui uma água transparente e vida natural pujante. Começo aqui a Campanha pela criação do Parque das Serras Altas da Bahia.

- Trilha selvagem, autossuficiente e autoguiada. Muitos trechos sem trilha onde são necessários experiência e conhecimento de localização e rastreamento.

- Não há infraestrutura nenhuma! Não vimos ninguém em nenhum momento até o Pico do Itobira. Depois, também não vimos ninguém.

1 – Respeite sempre, a tudo e a todos.

2 – Fortaleça as comunidades locais.

3 – Não deixe e nem tire nada.

4 – Cuidado com fogueiras.

Rodrigo Oliveira
Rodrigo Oliveira

Published on 07/23/2021 21:39

Performed from 07/07/2021 to 07/10/2021

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Fael Fepi
Fael Fepi 07/24/2021 07:13

Muito bom. Roteiro peculiar e desafiador 👊 Parabéns !!

Peter Tofte
Peter Tofte 07/24/2021 07:30

Excelente Rodrigo! Vou deixar os relatos das expedições agora para vc kkkkk!

Rodrigo Oliveira
Rodrigo Oliveira 07/24/2021 08:04

Fael, foi mesmo! Sem o poder jedi de Peter skywalker Tofte teria sido muito mais dificil! Até andar sobre charcos ele andou!

Rodrigo Oliveira
Rodrigo Oliveira 07/24/2021 08:06

Mestre Peter, acho que ia deixar uma legião de montanhistas orfãos dos teus relatos, inclusive eu! Obrigado, sempre uma honra explorar em sua companhia!

Sobre Mapas E Montanhas
Sobre Mapas E Montanhas 09/13/2021 22:33

Relato muito legal, Rodrigo. Você achou o começo da aventura via imagens de satélite, né?

Rodrigo Oliveira
Rodrigo Oliveira 09/19/2021 17:18

Sim! Ja tinhamos estado la e o estudo via satelite nos permitiu encontrar a possivel variante que deveriamos seguir. Depois, acabou se provando ser o caminho correto.

Rodrigo Oliveira

Rodrigo Oliveira

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