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Desde a primeira porteira da Fazenda Matinha, que dá acesso à região, já é nítida a sensação de preservação e de que algo de especial ocorre nas cercanias. A estrada que vai se afastando da sede da fazenda passa por mirantes naturais muito bonitos e vai revelando aos poucos um horizonte irregular e ainda pouco explorado. Lá no final da estrada, quando ela já não é segura para carros, uma descida forte adentra a Serra do Mamede e oferece uma visão geral do território (foto de capa).
A Serra do Mamede toma emprestado o nome do córrego que rasga seus morros pelados, de cerrado pouco denso e preservado. Trata-se de um leito perene, que recebe água de uns 3 ou 4 tributários principais. As cachoeiras que aparecem por lá são baixas mas numerosas, precisamente 8. Todas elas com poços relativamente fundos e esverdeados.
As principais formações ficam mais ao norte, após o morro central que serve de referência. Uma estrutura rochosa chama a atenção já de longe, o Castelo. Ao redor dele estão as principais quedas do Mamede, distribuídas sobre uma cama rochosa bem aparente.
Conforme o córrego vai tomando seu curso, poucas e pequenas fazendas vão aparecendo, já longe de onde a festa ocorre.
