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Rumo ao Norte: BR 101 - Maragogi (AL) - Set/08

Rumo ao Norte: BR 101 - Maragogi (AL) - Set/08

Perna 10: Parada estratégica em um dos lugares mais bonitos do nosso litoral. Maragogi encanta pela beleza e simpatia. Quase chegando no PE!

Maceió a Maragogi - (17/9)

134 km. É o que separam Maceió de Maragogi (AL). No caminho, várias praias e promessas de belos cenários.

Saímos no nosso horário habitual, entre 8h30 e 9h. O pessoal da Pousada do Girassol foi gente boa. Bom, pelo menos alguém simpático por aqui, né... Paramos num posto BR e completamos o tanque para seguir viagem. O preço da gasolina não foi dos melhores, R$2,79 ; mas não teve jeito, já que a gasosa tava na reserva. O bom é que Porto de Galinhas (PE) fica a 220 km, mais ou menos, o que quer dizer que reabastecer, só no caminho de volta. Menos mal!

O caminho para Maragogi é quase todo pela costa, exceção feita por uma parte que pega um pouco dos canaviais, mais para dentro do sertão. E canavial aqui tem de tonelada, cobrindo os morros e planícies; e onde tem canavial, tem sempre uma usina: vimos pelo menos quatro. Antes de chegarmos a Maragogi, paramos numa praia chamada Japaratinga (AL), onde a maré estava baixa e descortinou vários arrecifes, e ao longe, vários barquinhos pintavam o mar com os seus cascos coloridos.

Seguimos em frente, já imaginando o que encontraríamos em Maragogi. Chegamos. A cidadezinha é muito simpática, e o mar belíssimo. Procuramos um lugar para ficar, e decidimos gastar uma grana a mais dessa vez: ficamos na Shalon Beach (R. Manoel dos Santos Rangel, s/n tel.: 82 3296 7115), uma pousada a beira mar bem estruturada, com serviço top. Pagamos R$90, preço muito bom pela qualidade da pousada. Como ficaremos só hoje mesmo, tá tudo bem. Para comer, é só cruzar uma estreita rua de areia, que temos um restaurante muito maneiro, e a piscina da pousada, bem legal também. Ficamos ali, almoçamos e depois ficamos na piscina.

Resolvi caminhar pela areia até a foz do rio Maragogi. Vi muita sujeira na areia, infelizmente. Até a foz, são 3 km. Quando cheguei lá, a maré subia, e invadia o rio com a sua força. Deu tempo ainda de tomar um banho no rio, conversar um pouco com um caboclo de nome de Carlos, na beira do rio, e ver uma aula de kite surf ministrada do outro lado do rio por uma cara que tem uma escola de kite em Maragogi. Foi um fim de tarde legal. Começou a escurecer, e resolvi voltar para a pousada, pela praia mesmo. Maré alta, quase sem areia para caminhar. Na pousada, tomei um banho de piscina, e depois me meti no quarto, para descansar.

A noite, saímos para comer. Preferi um lanche e um suco dessa vez. Na verdade, dois lanches e dois sucos (rsrs)...caminhamos pela orla escura mas bonitinha de Maragogi, com lojinhas e pousadas. Foi legal. O cansaço bateu, e voltamos para a Shalon, dormir para acordar cedo amanhã, e ver a maré vazante.

Dicas: Maragogi tem umas formações de corais a 6 km de distância mar a dentro, que eles chamam de galés. Do centro de Maragogi saem uns barcos para visitar essas formações, e quem fez diz que vale muito a pena. Eu não fiz, mas vi umas fotos – e me arrependi de não ter feito.

Marcelo Baptista
Marcelo Baptista

Published on 07/07/2016 19:45

Performed from 09/02/2009 to 09/27/2009

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Marcelo Baptista

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Montanhista, mochileiro, viajante, pai, conectado com as boas vibes do universo e com disposição ainda para descobrir os mistérios da vida.

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